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Palhinha tinha deixado o aviso e o SC Braga contrariou a história
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Palhinha tinha deixado o aviso e o SC Braga contrariou a história

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Palhinha tinha deixado o aviso e o SC Braga contrariou a história

Desporto

2020-02-16 às 06h00

Carlos Costinha Sousa Carlos Costinha Sousa

Nova história começa para os Guerreiros do Minho que voltaram a contrariar os números e venceram no Estádio da Luz, para o campeonato, 65 anos depois. Palhinha avisou e cumpriu ao marcar o golo.

Um Sporting Clube de Braga determinado e com vontade de mudar a história conseguiu os seus intentos, ontem, ao vencer no Estádio da Luz por 1-0, em duelo da 21.ª jornada da I Liga.
Corria a época 1954/55 quando os Guerreiros do Minho conseguiram a última vitória, para o campeonato, registada em casa do adversário lisboeta. Ontem, 65 anos depois, os bracarenses voltaram a fazer mossa e interromperam esse percurso da história, somando três importantes pontos na luta pelo terceiro lugar, com um golo solitário apontado pelo homem que já tinha avisado, durante a semana, que o SC Braga se ia apresentar em Lisboa para tentar vencer.
Aos 45+1 minutos, João Palhinha encontrou o melhor caminho para cabecear com sucesso no centro da área benfiquista, suplantando toda a defesa contrária ao responder de forma extremamente assertiva ao pontapé de canto batido por Sequeira.
Curiosamente, o duelo podia ter seguido um rumo distinto bem cedo, aos 6, quando Rafa roubou a bola a David Carmo, aguentou a pressão de Wallace, mas atirou ao lado já diante do guardião Mattheus. Foi a primeira grande oportunidade do jogo e seria um reflexo do que seria o Benfica na partida: demasiado nervoso e desastrado no momento da definição, como Cervi voltaria a repetir, para que não subsistissem dúvidas, seis minutos depois.
O domínio inicial do Benfica sobre o SC Braga assentava, sobretudo, na capacidade que revelava para bloquear o jogo interior dos arsenalistas. Rúben Amorim foi fiel ao seu esquema de 3x4x3 e, com o tempo, os minhotos começaram a soltar-se e equilibraram o desafio, que se tornou essencialmente uma batalha do meio-campo.
Uma sucessão de foras de jogo para os dois conjuntos acabaram por anular os maiores lances de perigo até então, protagonizados por Vinicius e Paulinho, mas o brasileiro viria mesmo a falhar uma ocasião soberana aos 42, na sequência de um cruzamento de Pizzi, ao cabecear por cima. Todavia, a resposta do Braga seria contundente.
Fransérgio, após um passe de Raul Silva numa confusão na defesa encarnada, rematou já na pequena área para uma enorme mancha de Vlachodimos, que defendeu para canto. Acto contínuo, o golo da vitória, com João Palhinha a antecipar-se a Ferro e a subir mais alto para finalizar de cabeça diante do guarda-redes grego no primeiro minuto dos descontos da primeira parte.
Durante toda a segunda parte, o SC Braga, voltou a ter uma clara demonstração de personalidade e astúcia, conseguindo controlar o impeto que o Benfica tentou colocar em jogo e, a espaços, procurar aumentar a vantagem. Isso não aconteceu, mas a vitória já não escapou.

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