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Economia

2017-11-09 às 10h14

Redacção

Aberta há já 30 anos, a Flor da Venezuela é hoje uma referência no mundo da padaria e pastelaria em Braga. A casa-mãe localiza-se na Rua Nova de Santa Cruz, com instalações totalmente renovadas, contando já com um novo espaço na freguesia de Nogueiró (Rua Luís António Correia). Com produção própria, a Flor da Venezuela fornece também vários estabelecimentos da cidade, com distribuição diária de produtos de pastelaria e padaria e doçaria típica. E são várias as especialidades que fazem deste um espaço de referência, muitas delas inspiradas nas longíquas terras da Venezuela, onde António Maia, um dos sócios-gerentes esteve emigrado.

Aberta há já 30 anos, a Flor da Venezuela é hoje uma referência no mundo da padaria e pastelaria em Braga. A casa-mãe localiza-se na Rua Nova de Santa Cruz, com instalações totalmente renovadas, contando já com um novo espaço na freguesia de Nogueiró (Rua Luís António Correia).

Com produção própria, a Flor da Venezuela fornece também vários estabelecimentos da cidade, com distribuição diária de produtos de pastelaria e padaria e doçaria típica. E são várias as especialidades que fazem deste um espaço de referência, muitas delas inspiradas nas longíquas terras da Venezuela, onde António Maia, um dos sócios-gerentes esteve emigrado. É o caso de alheira, bola de frango, de fiambre, bola agridoce no casos dos salgados; os moletinhos, o Estaladinho, o Bolo de Arroz, os doces de miniatura, entre outros.

A casa fabrica também bolos de aniversário, casamentos, baptizados e comunhões.
A padaria tem também lugar de destaque na Flor da Venezuela com iguarias venezuelanas como o ‘Pão da Avozinha’, o ‘Pão de Fiambre’ ou o ‘Pão Galego’, mas há uma grande variedade de pão desde pão de beterraba, de milho e girassol, de sementes de linhaça. Ao fim-de-semana aumenta a procura pela sua famosa ‘rosca’ de trigo.

Com o Natal à porta chegam as iguarias tradicionais como o tradicional Bolo-Rei e o Pão-de-Ló especial. Para esta época a Flor de Venezuela está a preparar uma surpresa para os seus clientes: o Panetone, um pão doce que exige muitos dias de preparação. “É uma especialidade que pouca gente conhece. Já a fabriquei na Venezuela e agora vou apostar na sua confecção em Braga”, avança António Maia, sócio-gerente, garantindo que são necessários três dias para a sua preparação. “Depois de pronto dura perto de três meses”, acrescenta.

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