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Onze metros para se quebrar jejum
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Onze metros para se quebrar jejum

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Onze metros para se quebrar jejum

Desporto

2021-05-15 às 06h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

SC Braga venceu o Moreirense, em jogo da 33.ª jornada, e voltou aos triunfos depois de quatro jogos sem vencer. Abel Ruiz colocou guerreiros na frente, Rafael Martins empatou ao cair do pano e, nos descontos, um penálti de João Novais deu a vitória.

Foi na marca dos onze metros e já no último suspiro que se quebrou o jejum de vitórias. Depois de quatro jogos sem vencer, o SC Braga voltou aos triunfos ao vencer de forma suada o dérbi minhoto diante do Moreirense, da 33.ª jornada da I Liga. Guerreiros mostraram, desta vez, uma eficácia tremenda, colocaram-se em vantagem na segunda vez que chegaram com perigo à baliza do estreante Miguel Oliveira, viram os cónegos empatar ao cair do pano e foram salvos por um penálti algo polémico já em tempo de descontos. Uma estrelinha da sorte a fazer sorrir os arsenalistas.

Com o quarto lugar certo e as contas fechadas em termos de campeonato, Carlos Carvalhal deixou claro que o objectivo era vencer para terminar com o maior número de pontos e manteve, praticamente, a mesma equipa que alinhou em Barcelos, frente ao Gil Vicente, mudando apenas uma peça: Bruno Rodrigues deu lugar no eixo da defesa a Raúl Silva. Vasco Seabra também mudou apenas um jogador, trocando de guarda-redes com Miguel Oliveira a titular.
Num início de jogo com pouca intensidade e longe das balizas, coube aos cónegos criar a primeira oportunidade, com Pires a atirar à malha lateral, depois de ter sido isolado por Franco.

A resposta dos guerreiros surgiu dos pés de Ricardo Horta. Primeiro arriscou com um remate de meia distância que saiu por cima e, logo de seguida, atirou ao lado quando tinha tudo para marcar, depois de Fransérgio ter isolado o avançado com um toque de calcanhar. Apesar de ter mais bola e mais iniciativa de jogo, o SC Braga sentiu algumas dificuldades para construir situações de perigo e só conseguiu desbloquear o marcador aos 41 minutos. Cruzamento milimétrico de Sequeira no lado esquerdo e Abel Ruiz, no coração da área, rematou de pé direito para o fundo das redes. Foi o terceiro golo do espanhol no campeonato, a quebrar o jejum do avançado.
Verdadeiramente eficaz, o SC Braga marcou na segunda vez que chegou com perigo efectivo à baliza de Miguel Oliveira, mas acabou a primeira parte em sofrimento, por culpa de Pires, que foi uma autêntica dor de cabeça para a defensiva arsenalista. O avançado só não festejou o empate nos descontos, porque Tormena salvou em cima da linha de golo, já com Matheus batido na jogada.

Com tudo em aberto para o segundo tempo, o SC Braga intensificou a pressão, encostou o Moreirense à defesa, Tormena e Galeno colocaram à prova os instintos de Miguel Oliveira, mas os arsenalistas acabaram por não conseguir matar o jogo e viram os cónegos equilibrar a balança e empatar ao cair do pano. Aposta certeira de Vasco Seabra, que lançou Rafael Martins e fez o empate, na primeira vez que tocou na bola, após cruzamento de Conté.
Nos descontos, o árbitro João Bento considerou braço na bola de David Simão, num lance em que o jogador diz ter tocado com a cabeça, e, na cobrança do penálti, João Novais atirou potente para a vitória.

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