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Desporto

2022-11-29 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Portugal garante o objectivo mínimo, à custa dos serviços... mínimos. Exibição voltou a ser cinzenta, valendo a abnegação de Bruno Fernandes, que bisou, e um Diogo Costa de alto nível. Nuno Mendes saiu em lágrimas e junta-se a Danilo e Otávio. Está servida a ‘vingança’ de 2018.

Citação

Uma vez mais, foi à boa maneira portuguesa - ganhar, sim, mas com aquele condimento especial que é uma boa dose de sofrimento... aparentemente desnecessário. Carimbados no passaporte estão já os oitavos-de-final do Campeonato do Mundo e isso, claro, é sempre o mais importante, mesmo que a falta de sal seja por demais evidente.
Na memória de todos estava ainda o que Suaréz, Cavani e companhia nos haviam feito há quatro anos, no Mundial da Rússia. Portanto, e mesmo que este jogo não tivesse o carácter decisivo do de 2018, a verdade é que facilitar poderia trazer grandes complicações.
Face às lesões de Danilo e Otávio, Fernando Santos cumpriu o que prometera na véspera e fez aparecer Pepe ao lado de Rúben Dias, com William a tomar um lugar no miolo, junto a Rúben Neves. Maior novidade só a inclusão de Nuno Mendes, que não apareceu totalmente refeito dos problemas físicos que o afectaram nos últimos dias e teve de deixar o jogo ainda antes do intervalo.
Por falar nisso, foi mesmo nos instantes finais do primeiro tempo que o jogo viveu o seu momento mais intenso, quando Bentancur apareceu na cara de Diogo Costa, que evitou o primeiro golo com uma mancha enorme. De Portugal, pouco ou nada se viu no primeiro tempo, num prolongamento do que tem sido a equipa das quinas nos tempos mais recentes - circulação lenta e falta de ideias para furar a linha defensiva contrária.
Na segunda parte, as coisas não se haviam alterado significativamente, embora os uruguaios se tenham adiantado um pouco mais, permitindo algum espaço que um intratável Bruno Fernandes acabou por explorar - primeiro, um cruzamento venenoso para o que se pensara ter sido um desvio subtil de cabeça de Ronaldo (o golo começou por ser atribuído a capitão, mas mais tarde percebeu-se que nem a pontinha do cabelo de Cristiano tocara na bola); depois, num penálti que o próprio Bruno Fernandes ‘arrancou’, após mão de Giménez dentro da área, a travar uma maldade do ‘8’ luso. Na conversão da respectiva penalidade, muita calma e classe a fechar as contas - o hat-trick esbarrou mais tarde no poste.
Tudo isto não deve apagar a pobreza que foi o período entre o primeiro e o segundo golos - Portugal não atacou nem defendeu e permitiu aproximações perigosas e até uma bola no ferro de Diogo Costa. Passividade no banco alastrou-se ao relvado.

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