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Oito por cento dos militares do exército foram recrutados pelo GAP de Braga em 2020
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Oito por cento dos militares do exército foram recrutados pelo GAP de Braga em 2020

Braga

2021-04-11 às 13h00

Paula Maia Paula Maia

Instalado no Centro Cívico da freguesia de S. Vicente desde 2016, o?Gabinete de Atendimento ao Público do exército tem-se destacado pela taxa de incorporação que tem apresentado. Em 2019, a taxa foi de 10%.

Oito por cento dos militares do exército foram recrutados através do Gabinete de Atendimento ao Público (GAP) do exército nacional que está sediado no?Centro Cívico da freguesia de S. Vicente desde 2016.
Antes da deslocação ao?Regimento de Cavalaria n.º 6 (RC6), a secretária de Estado dos Recursos Humanos e Antigos Combatentes visitou aquela que foi a primeira estrutura do género a nascer do país, fruto de um protocolo estabelecido entre o exército e a autarquia bracarense, através do RC6, e que assume as missões de recrutamento e voluntariado para os distritos de Braga e Viana do Castelo, até então acometidas ao Centro de Recrutamento de Braga.
“Estes cinco anos têm corrido muito bem. A nossa missão passa, essencialmente, por fazer actividades de divulgação e operacionalizar o recrutamento militar. Após formalização de candidatura, convocamos o candidato para provas de classificação e selecção e, se passar, é convidada a incorporar uma unidade militar com centro de formação, como é o RC6”, explica o sargento-ajudante Domingos Tomé, adiantando que em 2020 o GAP de Braga foi responsável pela colocação de 186 praças, 17 sargentos e 12 oficiais, representando 8% do esforço total do exército.
Em 2019, confirma o Coronel Miguel Freire, comandante do RC6, a taxa de incorporação do GAP representou 10 por cento do esforço nacional. “Estamos inseridos numa área geográfica com forte tradição de serviço militar voluntário”, justifica o Coronel de Cavalaria, adiantando que os concelhos que mais contribuem para “engrossar” as fileiras do exército são os concelhos limítrofes da região de Braga, nomeadamente Barcelos, Vila Verde, Vila Nova de Famalicão, Guimarães. “Do alto Minho também vêm muitos jovens”, acrescenta.
O comandante adianta que o RC6 tem todas as actividades relacionadas com a formação. “Somos um centro e divulgação do Dia da Defesa Nacional . Em 202 fomos o maior centro de divulgação, quer em dias de trabalho, quer em número de jovens, 11 mil”, revela, acrescentando que as acções acabaram por não acontecer por causa da pandemia. “Desse universo só vieram 35%, até 13 de Março”, continua.
Além de reconhecido pólo de divulgação e formação inicial de recrutas, o RC6 é também uma reconhecida unidade operacional onde os soldados podem integrar uma unidade de combate. “Temos forte historial e tradição em que unidades de combate - grupo de reconhecimento - se transformem e cedam forças nacionais destacadas para todos os teatros de operações. É o expectro completo”, remata o comandante do RC6, coronel Miguel Freire.

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