Correio do Minho

Braga, terça-feira

O universo fantasmagórico de Adriana Molder na Ala da Frente de Famalicão
Saber sofrer para sorrir no final

O universo fantasmagórico de Adriana Molder na Ala da Frente de Famalicão

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Vale do Ave

2018-09-13 às 17h13

Redacção

Exposição de pintura “Fantasmagoriana”, para ver até 19 de janeiro, na galeria de arte contemporânea famalicense

Adriana Molder é o nome que se segue na galeria Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão. A artista portuguesa, que vive entre Lisboa e Berlim, inaugura no próximo dia 22 de setembro a exposição “Fantasmagoriana”, uma série de sete pinturas/retratos envoltos num ambiente predominantemente obscuro, fantasmagórico e cinematográfico.

Na mostra, que vai estar patente na galeria de arte contemporânea famalicense até janeiro do próximo ano, Adriana Molder apresenta um conjunto de trabalhos em acrílico sobre tela solta, de cores fortes, habitado por espectros, fantasmas e histórias de amor.

Retratos que, explica a artista, lançam olhares “não tanto sombrios ou aterradores, mas cheios de uma melancolia singularmente doce”.

Refira-se ainda que “Fantasmagoriana” tem como base a coletânea de contos alemães com o mesmo nome, que será publicada em português no livro-catálogo que acompanha a nova exposição da Ala da Frente. “E é nestes (retratos) que o público pode conseguir reconhecer-se em rostos que, tal como os fantasmas destes contos, não são mais do que vestígios de emoções passadas”, explica.

A literatura e o cinema têm sido, de resto, uma constante fonte de inspiração para o trabalho de Adriana Molder, que neste trabalho procurou dar aquilo que mais procura para os seus retratos – a intensidade.

Nascida em Lisboa, em 1975, Adriana Molder vive e trabalha em Berlim e na capital portuguesa. Em 2003 recebeu o prémio revelação CELPA/Vieira da Silva e, em 2007, o Herbert Zapp Preis für Junge Kunst (Prémio Jovem Artista).

Expõe regularmente desde 2002. Tem desenvolvido um corpo de trabalho de desenho e pintura, focado essencialmente no retrato. O seu trabalho está representado em várias coleções públicas e privadas, em Portugal e no estrangeiro, tais como a Coleção Berardo, Coleção António Cachola, Fundação EDP, Fundació Sorigue, em Espanha, ou o Kupferstichkabinett - Staatliche Museen (Gabinete de Gravuras e Desenho do Museu Estatal), em Berlim, na Alemanha.

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