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Novos autocarros eléctricos chegam aos TUB até ao final do ano

Braga

2019-10-07 às 06h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Câmara vota hoje autorização para contracção de empréstimo de 10 milhões para a aquisição de 32 autocarros para os Transportes Urbanos de Braga.

Os Transportes Urbanos de Braga (TUB) pretendem contrair um empréstimo bancário de 10 milhões de euros para a aquisição de 32 novos autocarros, sete eléctricos e 25 a gás natural.
O pedido de autorização para a consulta prévia ao mercado bancário é votado hoje em reunião da vereação, pretendendo a administração da empresa municipal um prazo de 12 anos para a liquidação do empréstimo, com isenção de comissões inerentes à operação e uma taxa máxima de liquidação por antecipação após o terceiro ano de O,5%.

Por se tratar de um compromisso financeiro que ultrapassa o orçamento anual dos TUB, é necessária a aprovação do empréstimo por parte da Câmara e da Assembleia Municipal.
A aquisição dos novos autocarros foi aprovada pelo Programa da Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR), contando com uma comparticipação de 3, 6 milhões de euros.
Teotónio dos Santos, administrador executivo dos TUB, explicou ao Correio do Minho que, com esta operação financeira, a empresa municipal pretende transformar empréstimos de curto prazo em médio e longo prazo, o que dará maior estabilidade de gestão.

Os sete novos autocarros de tracção eléctrica deverão chegar aos TUB até ao final do ano, enquanto os 25 a gás natural entrarão ao serviço durante o ano de 2020.
A contracção do empréstimo de 10 milhões de euros mereceu o parecer favorável do fiscal único da empresa, o qual considera que a aquisição dos 32 autocarros “se insere no quadro de sãos propósitos de gestão, reflectindo uma correcta avaliação dos interesses da empresa e das preocupações ambientais”.
Este órgão entende que “a forma de financiamento pretendida e adequada ao investimento em causa, afigurando-se-nos que os termos impostos no caderno de encargos se ajustam às condições de mercado”, pelo que “se justifica no interesse da sociedade e será efectuada em condições adequadas.”

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