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Novo currículo do curso de Medicina entra em vigor com novo ano lectivo

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Novo currículo do curso de Medicina entra em vigor com novo ano lectivo

Ensino

2020-08-14 às 08h03

Redacção Redacção

MinhoMD permite encurtar um ano conclusão do mestrado integrado em Medicina. Novo plano curricular tem 20% de disciplinas opcionais.

A Escola de Medicina da Universidade do Minho vai implemtentar no próximo ano lectivo o novo currículo do Mestrado Integrado em Medicina. Com o novo plano de estudos, o MinhoMD, a Escola de Medicina cria um currículo mais diversificado, que permitirá aos seus estudantes mais autonomia na escolha do seu percurso.
O novo currículo foi criado nos últimos três anos, partindo da constatação de que a prática da medicina está a mudar rapidamente e que o ensino médico tem de acompanhar essa mudança.
Para tal foram recolhidos contributos de docentes, alunos, ex-alunos, pacientes, gestores de instituições de saúde, médicos e outros profissionais de saúde.
No ano lectivo 2020/21, o novo plano curricular de Medicina entra em vigor para os estudantes do 1.º e 4.º anos.

O MinhoMD inova nas quatro grandes áreas em que assenta: Ciências Biomédicas, Ciências Clínicas, Ciência dos Sistemas de Saúde e Humanidades.
Destaca-se a inclusão da ciência dos sistemas de saúde, indo de encontro às recomendações internacionais mais recentes, no sentido de uma abordagem mais focada na obtenção de ganhos em saúde.
A partir de agora, os estudantes de Medicina da Universidade do Minho desenham o seu percurso através de unidades opcionais, que constituem cerca de 20% do total, e têm a possibilidade de frequentar ‘majors’ e ‘minors’ em áreas como economia, gestão, ciência de dados ou investigação biomédica, bem como de participar em iniciativas de voluntariado, no ERASMUS+, investigação ou outras.

O director do Mestrado Integrado em Medicina justifica as alterações curriculares com a percepção de que “a Medicina e a maneira como os cuidados de saúde são prestados estão a mudar muito rapidamente e que são exigidos aos médicos, e aos outros profissionais de saúde, novas competências que não estavam a ser cobertas pela maioria dos cursos de Medicina a nível mundial”.
João Cerqueira releva que “uma das principais competências necessárias à Medicina do futuro é uma grande capacidade de adaptação e flexibilidade”, pelo que “mais do que dar os conhecimentos, sem descurar essa componente, é importante incentivarmos a capacidade de raciocínio e de compreender os problemas e de os resolver”.

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