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Braga

2015-03-02 às 13h19

Isabel Vilhena Isabel Vilhena

Cerca de 70 peregrinos percorreram ontem, debaixo de chuva, o novo itinerário do Caminho Português de Santiago. No regresso a Braga pelo antigo caminho de Santiago, com paragem em Frossos, Domingos Carneiro, presidente da Associação Espaço Jacobeus - Confraria de Santiago, mostrou-se satisfeito com o novo traçado percorrido ontem, pela primeira vez, em grupo por peregrinos de Santiago.

Cerca de 70 peregrinos percorreram ontem, debaixo de chuva, o novo itinerário do Caminho Português de Santiago.
No regresso a Braga pelo antigo caminho de Santiago, com paragem em Frossos, Domingos Carneiro, presidente da Associação Espaço Jacobeus - Confraria de Santiago, mostrou-se satisfeito com o novo traçado percorrido ontem, pela primeira vez, em grupo por peregrinos de Santiago.

“Nós hoje caminhamos mais pelo bem-estar físico, mental e espiritual também, mas acima de tudo para darmos a conhecer a alteração do itinerário do Caminho de Santiago, partindo da Sé que nos leva à Ponte de Prado, seguindo para Ponte de Lima e depois Santiago”, afirmou Domingos Carneiro.

A iniciativa insere-se na promoção de Braga nas rotas jacobeias como território do ‘Caminho Português de Santiago’. Neste âmbito, António Barroso, da Câmara Municipal de Braga, realçou o trabalho conjunto que a autarquia tem feito com a Associação Espaço Jacobeus, Cabido da Sé, Obra Nacional da Pastoral do Turismo no sentido de criar as melhores condições para o Caminho de Santiago dentro do território de Braga.

O novo traçado desde a Sé de Braga até Prado foi alvo de estudo aprofundado levado a cabo pelo Gabinete da Arqueologia da câmara municipal que, sem desvirtuar o caminho original, mas desviando dos riscos da estrada nacional , criou um traçado paralelo que pretende dar a conhecer o património cultural, ambiental, paisagístico e espiritual do ‘Caminho de Santiago’, contribuindo assim para uma maior segurança e qualidade do Caminho para os peregrinos.

“Entendemos que seria melhor desviar o Caminho da estrada nacional, para que no futuro não houvesse notícias da sinistralidade associada ao caminho, o que colocaria por terra todo o trabalho de promoção e dinamização desta vertente”, justificou António Barroso.

O representante da autarquia bracarense adiantou ainda que, no âmbito do Eixo Atlântico, foi criada uma comissão que tem feito um trabalho no sentido do ‘Caminho Português de Santiago’, com as suas várias rotas, ser cada vez mais divulgado e qualificado. “Qualidade e segurança para que as pessoas, quer na vertente turística, quer de peregrinação, tenham as melhores condições porque, no fundo, isto é uma cartaz daquilo que temos para mostrar”, asseverou António Barroso.

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