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Nova ETAR de Esposende em Gandra pode servir 40 mil pessoas

Cávado

2016-05-29 às 12h20

Redacção Redacção

MINISTRO DO AMBIENTE, João Pedro Matos Fernandes, inaugura amanhã a nova ETAR em Gandra, no concelho de Esposende. Investimento em infraestruturas rondou os 4,85 milhões de euros.

A nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Esposende, situada em Gandra, está dimensionada para tratar cerca de 6.750 metros cúbicos de águas residuais domésticas por dia, tendo capacidade para servir cerca de 40 mil pessoas. A inauguração desta nova infra-estrutura, cujo investimento rondou os 4,5 milhões de euros, conta com a presença do Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, amanhã, às 12 horas.
Em comunicado, a empresa Águas do Norte acrescenta que aquela ETAR faz parte do conjunto de infra-estruturas que irá permitir “resolver grande parte dos problemas” de drenagem e tratamento de águas residuais do concelho de Esposende, num investimento de 4,85 milhões de euros.
Segundo o comunicado, o investimento foi concretizado através da construção da estação de tratamento de águas residuais de Esposende, tendo a respectiva empreitada compreendido a demolição de uma outra ETAR datada dos anos 80 e que já estava a funcionar “de forma deficiente e com a sua capacidade de tratamento ultrapassada”.
Parte daquela área está incluída na bacia hidrográfica do rio Cávado, passando os respectivos efluentes a ser encaminhados para tratamento na nova ETAR de Esposende.
Integram ainda o subsistema de Esposende um conjunto de interceptores, com uma extensão total de 37,9 quilómetros, a maior parte dos quais já construídos, os quais permitem encaminhar os efluentes dos aglomerados populacionais que drenam para a nova ETAR.
“A entrada em funcionamento das novas infra-estruturas vai permitir tratar as águas residuais e melhorar a qualidade das águas do rio Cávado e, consequentemente, a qualidade de vida da população local”, sublinha o comunicado.
Na cerimónia, presidida pelo ministro, será também “simbolicamente” inaugurada a ETAR de Marinhas, dimensionada para tratar cerca de 3.800 metros cúbicos de águas residuais domésticas por dia, tendo capacidade para servir uma população de cerca de 23 mil habitantes.
A ETAR de Marinhas faz parte do conjunto de infra-estruturas que irá permitir resolver “grande parte” dos problemas de drenagem e tratamento de águas residuais daquele município e que significou um investimento de 3,79 milhões de euros.
Irá permitir a desactivação de duas ETAR existentes (Guilheta e Forjães), que também se encontram a funcionar “de forma deficiente e com a sua capacidade de tratamento ultrapassada”.
Integra ainda o subsistema de Marinhas um conjunto de intercetores, com uma extensão total de 26 quilómetros já construídos.
A ETAR preconiza um esquema de tratamento biológico, promovendo a oxidação microbiana da carga poluente num processo de lamas activadas com arejamento prolongado. O efluente final é escoado para a linha de água receptora, a ribeira de Peralta, que drena para o oceano Atlântico.
Estes investimentos, assumidos pela Águas do Norte, foram cofinanciados em 70% pela União Europeia, através do Programa Operacional Temático de Valorização do Território, no âmbito do QREN.

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