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NEMUM quer superar-se e continuar a fazer a diferença

Braga

2021-01-12 às 10h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Empossados ontem os novos órgãos sociais do Núcleo de Estudantes de Medicina da Universidade do Minho.

O Núcleo de Estudantes da Medicina da Universidade do Minho (NEMUM) compromete-se a continuar a conjugar esforços com a Escola de Medicina para actuar em temáticas como o ensino médico em Portugal e o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O compromisso foi assumido pela nova direcção do NEMUM, ontem empossada sob a presidência de Marisa Coelho.
A nova dirigente do NEMUM elogiou a proactividade da Escola de Medicina da UMinho e do Conselho de Escolas Médicas Portuguesas, mas criticou a tutela, nomeadamente no que concerne ao aumento de 15 por cento das vagas nas escolas médicas fora do Porto e de Lisboa e à criação de um novo curso de medicina na Universidade Católica Portuguesa.
“Não podemos ficar indiferentes a uma distribuição inadequada de recursos que não é solução para os problemas” apontou Marisa Coelho.
Para a nova presidente do NEMUM, “é urgente a actuação” também em matéria de acesso ao internato e especialidade, indicano as 1885 vagas abertas no ano transacto para um total de 2302 médicos.
Em tempos de pandemia, Marisa Coelho referiu-se também ao processo de vacinação, lembrando que os estudantes de medicina enfrentam os mesmos riscos dos médicos, pelo que devem ser equiparados, tal como aconteceu na vacinação contra a gripe, “Sejamos agentes de saúde pública críticos e reivindicativos” apelou a presidente do NEMUM.
Outra reivindicação assumida pelo NEMUM tem que ver com o hospital de Braga que deve ter o estatuto de hospital universitário, já que sempre recebeu e continua a receber os estudantes de medicina. Marisa Coelho defendeu a necessidade de alargar as parcerias do NEMUM, incluindo entidades como o Município de Braga o Hospital, a Ordem dos Médicos, o Sindicato Independente dos Médicos, a Associação Académica da UMinho, a Tuna de Medicina e a Alumni Medeicina.
“Pretendemos inovar e ser o elo de ligação com os estudantes” assumiu a nova dirigente que considera que, para isso, o Núcleo tem que ser “ainda mais transparente”.
Marisa Coelho apelou ao envolvimento dos estudantes, lembrando que o NEMUM é para os mais de 800 estudantes, com opiniões diferentes e visões críticas, pedindo-lhes que expressem as suas opiniões e frustrações “nos órgãos que podem fazer a diferença”.

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