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Desporto

2023-06-05 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Discussão sobre as condições do Estádio Nacional para acolher eventos desta envergadura pode até fazer sentido, mas não tem mais peso na balança comparada com o ambiente que o pré-jogo proporciona. Tudo em clima de sã rivalidade, à moda do Norte.

Citação

Por entre um panado, um croquete ou um bolinho de bacalhau, saboreando a bela e fresca da cerveja, e posando para muitas fotografias, intercalando estes momentos com cânticos, em uníssono, de apoio ao SC Braga.
Sete anos depois, os adeptos arsenalistas voltaram a sentir a magia de fazer a preparação para o último jogo da época na mítica mata do vale do Jamor. Milhares e milhares, chegando a conta-gotas, formando um valente mar vermelho e branco à medida que as horas iam passando e a abertura de portas do estádio se aproximava.

A sempre necessária separação dos adeptos por cores clubísticas (apoiantes arsenalistas foram colocados na zona sul, com os portistas deslocados para a parte norte) não foi uma realidade absoluta, tantos os exemplos de ‘penetras’ que furaram o ‘protocolo’ e foram ao lado rival conviver com os que ali se aprimoravam para a festa. Em absoluto clima de fair-play e são rivalidade, sem eventos negativos ou focos de tensão a registar.
As primeiras horas do dia com luz, ainda que muito encoberta até às 11 horas, tesmunharam os primeiros embarques rumo a Oeiras. À hora marcada, desejosos de seguir viagem, milhares de guerreiros acorreram ao Municipal, ao 1.º de Maio e ao estacionamento da Makro para tomarem o respectivo lugar e darem início à festa. Foram quase 80 autocarros assegurados com a necessária responsabilidade de quem prometera transporte a quem muito ‘lutou’ pelo valioso ingresso. Num outro ponto da cidade, a estação ferroviária, quatro comboios fretados pelo clube albergaram quase três mil adeptos, aos quais se juntaram mais tarde os muitos que optaram por viajar pelos meios próprios.
Numa altura em que vão crescendo os debates sobre a necessidade de abortar a regular utilização do Estádio Nacional, é impossível não ficar fascinado com a magia que o Jamor transmite. Se era possível viver algo semelhante noutro qualquer recinto do país? Talvez, mas nunca com a mesma intensidade.

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