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Nó de Infias: concurso para  projecto lançado em Outubro

Braga

2020-09-27 às 08h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, avançou, anteontem durante a reunião da Assembleia Municipal, que o concurso para o projecto da intervenção avança no início de Outubro.

Graças ao “trabalho de colaboração” entre a Infraestruturas de Portugal e a Câmara Municipal de Braga vai avançar, até ao início de Outubro, o concurso para o projecto de intervenção do Nó de Infias. “O caderno de encargos foi preparado pela Infraestruturas de Portugal e será depois lançado pela câmara muni- cipal”, anunciou o presidente da Câmara Municipal de Braga. Ricardo Rio lembrou que só o projecto representa um investimento de cerca de 200 mil euros, dando depois origem a uma intervenção de alguns milhões de euros. “Iremos reivindicar que a obra seja o mais possível comparticipada pela Infraestruturas de Portugal”, assumiu o autarca.
Ricardo Rio, que falava na Assembleia Municipal de Braga, começou por esclarecer três moradores da zona do Nó de Infias que alertaram, no período reservado ao público, para as questões de ruído, prevenção rodoviária e alteração de trânsito naquela zona, bem como para a construção de superfícies comerciais.
Relativamente às superfícies comerciais próximas do Nó de Infias e ao impacto sobre as zonas envolventes, Rio admitiu que “é um sentimento legítimo, mas incontornável”. O presidente esclareceu: “tratam-se de terrenos com capacidade construtiva adquirida com processo de licenciamento que estava a tramitar na câmara municipal desde o início deste século e apenas sofreu, recentemente, alteração, porque inicialmente estava prevista a construção de uma bomba de gasolina e foi alterado para duas superfícies comerciais”.
Sobre as questões de mobilidade daquela envolvente, Rio acredita que “o tempo vai demonstrar a razoabilidade das opções que têm vindo a ser tomadas”.
O autarca justificou que o corte no acesso à urbanização da Quinta da Fonte foi uma opção tomada para “proteger os moradores, desincentivando quem não se dirige ao bairro a utilizar esse acesso”.
Entretanto, acrescentou ainda o presidente, “o desfasamento de horários dos vários estabelecimentos de ensino situados naquela zona tem contribuído significativamente para a melhoria da mobilidade”. Havendo desfasamento das entradas e saídas dos alunos “obviamente a convergência de viaturas é mais diluída no tempo e a pressão é também menor”, constatou.

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