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Mulher atropelada pelo ex-marido

Casos do Dia

2010-03-29 às 06h00

Luís Fernandes Luís Fernandes

Uma mulher foi, ao princípio da tarde de ontem, atropelada junto à igreja de Moure, Póvoa de Lanhoso, alegadamente pelo seu ex-marido, do qual se separou, em divórcio litigioso. Foi socorrida no Hospital de S. Marcos. Um filho do casal ficou em estado de choque.

A vítima,de 35 anos, em processo de divórcio litigioso, deixou a moradia do casal em Moure, Póvoa de Lanhoso, e passou a residir em Lomar, Braga. Ontem ela voltou a Moure para entregar a casa quando o seu marido, cerca das 15 horas, ao volante de um carro a terá atropelado, junto à igreja daquela freguesia.
O presumível atropelante pôs-se de seguida em fuga, vindo o carro a ser encontrado estacionado junto da residência dele.

Tratando-se de um caso delicado, as autoridades policiais contactadas escusaram-se a adiantar pormenores sobre o assunto.
Entretanto, fontes locais merecedoras de crédito revelaram que um dos três filhos de casal, menor de 10 anos, que na altura acompanhava a mãe, ao assistir à cena do atropelamento, ficou em estado de choque.

Rosa C. foi assistida pelo INEM e transportada ao Hospital de S. Marcos. Arrastada pela viatura atropelante durante alguns metros, bateu com a cabeça no chão ao cair, queixando-se também de dores no abdómen. Ao meio da tarde mantinha-se em observação. Teve alta ao princípio da noite.
Uma fonte próxima de Rosa C. disse-nos que, no dia anterior, o exercício do poder paternal pelo marido da vítima decorrera com normalidade Ontem, ele terá procurado levar consigo aquele menor, ao que ela se opôs.

Separados, este encontro entre os dois cônjuges desavindos terá sido casual, por Rosa C. se ter deslocado à Moure para efectuar a diligência que atrás referimos.
Esta não foi — acrescentou a fonte — a primeira vez que o presumível autor do atropelamento investiu agressivamente contra a sua ex-mulher.

“Ele já tinha feito a ameaça, ao tentar atropelá-la em Braga” — acrescentou a mesma fonte.
E é com esse argumento que, ao que parece, a vítima pretende a intervenção do Ministério Público, uma vez que teme pela sua segurança.
Alegadas situações de maus tratos durante a vida em comum terão levado Rosa C. a separar-se do marido e avançar com o processo de divórcio.
Com o caso entregue ao Ministério Público, no Tribunal da Póvoa de Lanhoso, aguardam-se pelas medidas de coacção.

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