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Mosteiro de Rendufe vai alojar unidade hoteleira turística

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Mosteiro de Rendufe vai alojar  unidade hoteleira turística

Cávado

2020-08-08 às 10h00

Paula Maia Paula Maia

CONCURSO de concessão do imóvel foi lançado ontem pela secretária de Estado do Turismo. Privados têm agora 126 dias para concorrer. Investimento previsto é de 5,5 milhões de euros.

O Mosteiro de Santo André de Rendufe, em Amares, vai ser transformado numa unidade hoteleira privada que deverá ser uma realidade em 2023.
O concurso público de concessão do mosteiro - que terá duração de 126 dias - foi lançado ontem pela secretária de Estado do Turismo, durante uma visita ao imóvel. Através do programa ‘Revive Património, o Estado abre este património ao investimento privado para o desenvolvimento de um projecto turístico, possibilitando não só a rea- bilitação de um dos principais espaço dos monges beneditinos a nível nacional - travando a sua degradação - como valorizando o património e dando possibilidade da sua usufruição comunitária.
A vice-presidente do Turismo de Portugal, que participou no lançamento do concurso, referiu que este é um bom exemplo do sucesso do ‘Revive Património’. Apenas dois anos após a sua integração no programa, Teresa Monteiro diz que foi finalmente encontrado um caminho para o futuro do mosteiro “e isso só foi possível graças a um conjunto de vontades”, referindo-se às várias entidades que estiveram envolvidas neste processo, onde se inclui a arquidiocese e o município de Amares.
“Pretendeu-se um objectivo tripartido de reabilitação, sustentabilidade e valorização”, referiu a dirigente, adiantando que o objectivo do projecto é preservar e valorizar um património, “criando também um activo para uma região”.
Admitindo que este é o resultado de “um caminho longo”, o director Regional de Cultura Norte admite que 2020 pode revelar-se “um ano fantástico” para o Mosteiro de Rendufe, lembrando o caminho trilhado desde que o imóvel passou para as mãos do Estado em 2012, com as obras efectuadas para “estancar a degradação” do imóvel que não é ocupado desde 1982 e o ensaio de várias projectos estudados para aí serem instalados, onde se incluiu uma unidade da Universidade do Minho.
“2020 trouxe-nos dois marcos muito relevantes. Por um lado, a possibilidade de intervenção na igreja, no valor de 600 mil euros, e agora esta porta que se abre de concessão para a instalação de uma unidade hoteleira turística”, disse António Ponte, admitindo que “se não fosse este o momento, dificilmente conseguiríamos uma possibilidade como esta para intervir neste mosteiro com a dimensão que preconizámos”.
António Ponte avança que o projecto prevê a recuperação da área destruída pelo incêndio, sendo que a área mais recente nova será dedicada a serviços de restauração.
A secretária de Estado do Turismo sublinhou também a importância do ‘Revive Património’ na reabilitação e valoriza- ção do património do Mosteiro de Rendufe, permitindo que seja usufruído pela comunidade, “homenageando os nossos antepassados, os que cá viveram e que continuamos a recordar”, afirmou Rita Marques.
O valor de investimento previsto para a reabilitação do imóvel é de 5,5 ME.

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