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Ministério da Cultura vai continuar a apoiar a Bienal de Arte de Cerveira
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Ministério da Cultura vai continuar a apoiar a Bienal de Arte de Cerveira

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Alto Minho

2017-07-16 às 06h00

Redacção

GARANTIA foi dada pelo Ministro da Cultura que considerou a Bienal de Artes de Vila Nova de Cerveira um bom exemplo de descentralização cultural. Fundação Bienal de Cerveira aposta na descentralização do evento.

O Ministério da Cultura vai continuar a apoiar a realização da Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira. A promessa foi deixada pelo Ministro da Cultura. Luís Filipe de Castro Mendes, na sessão de abertura da XIX edição da Bienal Internacional de Artes, que ontem decorreu no Cineteatro de Vila Nova de Cerveira.

“Posso-lhe garantir que o apoio do Ministério da Cultura à Bienal vai continuar. Vamos continuar a apoiar esta grande iniciativa de Vila Nova de Cerveira. Muito obrigado a Vila Nova de Cerveira pelo que tem feito pelas artes e obrigado aos artistas por terem trazido aqui as obras das suas colecções”, disse o governante, dirigindo-se ao autarca de Vila Nova de Cerveira.

O ministro da Cultura referiu-se à Bienal como “uma manifestação importante da cultura” que tem mantido “sempre um nível e uma qualidade e uma presença de grandes artistas contemporâneos absolutamente notável, e responde àquilo que o Governo quer, que é a que a cultura não esteja concentrada nos grandes pólos metropolitanos, mas esteja disseminada pelo território, pelo interior”.

Luís Filipe de Castro Mendes frisou mesmo que “Vila Nova de Cerveira é um bom paradigma daquilo que se pode fazer, num concelho com dimensão transfronteiriça. Prezamos o que s e faz em Cerveira”,
O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira considerou que a Bienal “tem uma importância vital para Vila Nova de Cerveira. Temos uma bienal que honra o passado.

O autarca cerveirense, que é também presidente da Fundação Bienal de Cerveira, entidade que organiza o evento. lembrou que organizar um encontro como este “foi uma ousadia” em termos de descentralização da cultura.

O ponto alto da sessão de abertura foi a homenagem a Paula Rego, artista portuguesa que esteve presente na primeira edição há cerca de 40 anos, ao fundador da Bienal, Jaime Azinheira e ao artista Ernesto de Sousa.

Em exposição, em diferentes pontos da vila, estão cerca de 600 obras de arte, feitas por 500 participantes vindos de 35 países.

A sessão incluiu ainda a entrega de prémios a vários artistas presentes na edição anterior. O Prémio Revelação do Instituto Português do Desporto e Juventude foi entregue a Inês Norton.
A Bienal decorre até 16 de Setembro e inclui o Concurso Internacional do Castelo , com a presença de 300 artistas vindos de 31 países. “O concurso internacional que decorre no âmbito das Bienais decorre no Castelo de Vila Nova de Cerveira que é uma obra de arte que merece ser referenciada. Lá estarão 206 peças”, anunciou o autarca cerveirense.

Na próxima semana vai ser inaugurada a oitava Bienal de Jovens Criadores da Comunidade de Países de Língua Portuguesa. “É o reconhecimento do Governo à Bienal de Vila Nova de Cerveira”, considerou Fernando Nogueira Estarão presentes 250 participantes.

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