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Ministério da Coesão Territorial é “muito positivo” para Alto Minho

Alto Minho

2019-10-19 às 16h21

Redacção Redacção

José Maria Costa, presidente da CIM do Alto Minho, considera “muito positiva” a criação do Ministério da Coesão Social e espera atenção especial para os territórios de baixa densidade e de fronteira.

O presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho disse ontem ver como “muito positiva” a criação do Minis- tério da Coesão Territorial, apesar de considerar tratar-se de um “desafio em todas as áreas de governação”.
“A coesão territorial é um desafio em todas as áreas de governação. No entanto, esperamos uma atenção especial deste novo ministério nas questões demográficas, nos territórios de baixa densidade e nos territórios de fronteira”, sublinhou o socialista José Maria Costa.

O líder da CIM do Alto Minho, que é também presidente da Câmara de Viana do Castelo, considerou ser “muito positiva” a criação daquela pasta.
A CIM do Alto Minho integra os 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo: Viana do Castelo (PS), Ponte de Lima (CDS-PP), Ponte da Barca (PSD), Arcos de Valdevez (PSD), Caminha (PS), Paredes de Coura (PS), Vila Nova de Cerveira (Movimento Independente PENCE-Pensar Cerveira), Valença (PSD), Monção (PSD) e Melgaço (PS).

O XXII Governo Constitucional, apresentado na terça-feira por António Costa ao presidente da República, vai ter como ministros de Estado Pedro Siza Vieira, Augusto Santos Silva, Mariana Vieira da Silva e Mário Centeno.
Catorze ministros mantêm-se à frente das mesmas pastas, existindo cinco novos ministros, o que, segundo fonte do executivo, representa um sinal de “estabilidade e de continuidade” em relação ao anterior elenco governamental. O segundo executivo liderado por António Costa vai integrar 19 ministros, além do primeiro- -ministro, o que o torna o maior em ministérios dos 21 Governos Constitucionais, e também o que tem mais mulheres ministras, num total de oito.

António Costa propôs ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a nomeação de Ana Abrunhosa para o cargo de ministra da Coesão Territorial, uma nova pasta na orgânica do XXII Governo Constitucional.
Ana Maria Pereira Abrunhosa, doutorada em Economia pela Universidade de Coimbra, foi até agora presidente da Comissão de Coordenação do Desenvolvimento Regional do Centro.
Segundo o gabinete do primeiro-ministro, a “autonomização do Ministério da Coesão Territorial” pretende ser “uma manifestação da prioridade à valorização do território” por parte do futuro executivo.

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