Correio do Minho

Braga, quarta-feira

Merli pulveriza recorde da Rampa da Falperra à média de 175.04 km/h
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Merli pulveriza recorde da Rampa da Falperra à média de 175.04 km/h

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Desporto

2019-05-13 às 06h00

Rui Serapicos

Christian Merli, que em 2018 já tinha estabelecido com 1:47.890 minutos, o melhor tempo de sempre da Rampa da Falperra, superou ontem, na sua primeira subida oficial, o próprio recorde do traçado, ao ‘voar’ 5.2 km em 1:46.944 minutos, velocidade média de 175.04 km/h.

Christian Merli, que em 2018 já tinha estabelecido com 1:47.890 minutos, o melhor tempo de sempre da Rampa da Falperra, superou ontem, na sua primeira subida oficial, o próprio recorde do traçado, ao ‘voar’ 5.2 km em 1:46.944 minutos, velocidade média de 175.04 km/h.
Faggioli foi o que lhe deu mais luta, mas com uma diferença de 2 segundos e 40 milésimas.
Na segunda subida os pilotos levantaram o pé, o que não impediu Renzo Napione (Reynard K02) de sofrer um ligeiro acidente, já perto da meta.

No que interessa à luta pela frente Merli também abrandou mas voltou a ser mais veloz do que Faggioli e - contam os melhores dois de três tempos -, acumulou um diferencial de 3.390 segundos, um avanço considerável que lhe antecipava com elevadas probabilidades o primeiro triunfo na Falperra.
Com a terceira subida oficial anulada, após o acidente sofrido por Sébastien Petit, contaram só as duas subidas que os pilotos cumpriram integralmente e foi atribuída a Merli a sua primeira vitória na rampa bracarense.

Para o piloto italiano, é, na época em curso do Campeonato Europeu de Montanha, em três rampas disputadas - depois de 47.ª Col Saint Pierre (França) e Rechbergrennen (Áustria), duas primeiras provas da temporada que também venceu a estabelecer tempos recordes - a terceira vitória consecutiva e o terceiro recorde de pista.“É uma vitória e um recorde, a terceira vez este ano”, frisou aos jornalistas, com evidente satisfação pelo triunfo em Braga,
“O carro (Osella) está a funcionar muito bem, depois de muitos anos de sacrifícios”, prosseguiu.
Sobre a decisão de ter sido anulada a terceira subida oficial, Merli considerou que a decisão foi ajustada, pois caso assim não fosse “seria preciso pelo menos mais uma hora para reparar os rails e ia ser desagradável para a assistência e para os pilotos”.

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