Correio do Minho

Braga, segunda-feira

Mais de 250 pessoas participaram na primeira dádiva de sangue de 2018
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Mais de 250 pessoas participaram na primeira dádiva de sangue de 2018

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Ensino

2018-03-14 às 10h17

Paula Maia

Alunos, docentes, professores e público em geral voltou a responder ao apelo dos Serviços de Acção Social e da Associação Aca-démica da Universidade do Minho que ontem promoveram mais uma dádiva de sangue com 262 inscrições.

A UMinho voltou a protagonizar uma das maiores dádivas de sangue com 262 dadores inscritos e 11 recolhas de Sangue para Análise de Medula. Durante todo o dia de ontem, alunos, funcionários, docentes e público em geral passaram pelo Pavilhão Desportivo do Campus de Gualtar para participarem nesta dádiva, a primeira de 2018.
A UMinho, desde há muito impulsionadora destas acções, é a universidade da região Norte com maior número de dadores de sangue. Sempre teve um bom histórico, assegura Tânia Cunha, enfermeira do Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST) que há 13 anos colabora nestas campanhas.

Sem retirar qualquer mérito aos números alcançados ano após ano, Tânia Cunha sublinha que o que se pretende com estas acções é sensibilizar e fidelizar dadores, criar hábitos de doação nos jovens, conquistar dadores para o futuro e, principalmente, chamar a atenção para as questões da solidariedade e ajuda ao próximo. O objectivo principal é obter uma faixa etária mais jovem, que é o que precisamos neste momento, revela a enfermeira, acrescentando que os dados do universo de dadores a nível nacional demonstra que a maioria se encontra numa faixa etária mais elevada. As universidades são fundamentais para angariar novos dadores, mas fidelizá-los também é muito importante para que se mantenham connosco a efectuar as três ou quatro dádivas anuais até após 65 anos, continua Tânia Cunha.

Se a maioria está consciente da importância e necessidade de participar nestas acções, ainda há muitos se mostram reticentes em participar por causa de alguns medos relativamente às agulhas e/ou más disposições. O nosso papel enquanto profissionais de saúde é garantir que a experiência é boa porque só assim é que voltam. É importante também fazer sentir a importância do seu gesto, continua a enfermeira.
Fátima Salgado, aluna do curso de Sociologia, deu ontem sangue pela primeira vez. Sempre quis fazê-lo, mas não tinha peso suficiente. Agora, reunidas as condições, aqui estou. Amanhã poderei ser eu a precisar, diz a estudante.
Quem lhe seguiu as pisadas foi Teresa Sendão que também participou nesta acção pela primeira vez. Segui o exemplo do meu irmão que também dava sangue na faculdade que frequentava. Não custa nada ajudar quem precisa, diz a aluna.

Pelo contrário, Sara Ferreira é já uma repetente nestas andanças. Costumo dar sangue porque tive um amigo que precisou de transfusões e a situação sensibilizou-me para o assunto. Amanhã podemos ser nós a precisar, garante a estudante de Ciências da Comunicação que deixa uma mensagem a todos quantos estão a pensar dar sangue, mas estão receosos. Mesmo que se sintam mal devem pensar que isso é momentâneo, remata.

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