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Maioria rejeita a recomendação do PS com medidas para a mobilidade
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Maioria rejeita a recomendação do PS com medidas para a mobilidade

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Maioria rejeita a recomendação do PS com medidas para a mobilidade

Braga

2019-10-08 às 06h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Executivo Municipal rejeitou ontem a proposta de recomendação do PS com medidas para a mobilidade, com os votos contra da maioria.

Na primeira reunião do executivo municipal de Braga presidida por uma mulher - a actual vice-presidente da Câmara, Sameiro Araújo - apenas dois pontos da ordem de trabalhos mereceram discussão e não houve público.
À terceira vez, foi chumbada a proposta de recomendação submetida pelos vereadores do PS que apresentava medidas na área da mobilidade.
A maioria no executivo municipal votou contra, um voto que coube ao vereador com a tutela da Mobilidade, Miguel Bandeira, explicar.
O vereador lembrou que a discussão da proposta de recomendação foi protelada em função dos resultados preliminares do Plano de Mobilidade e Circulação, que deveria ter sido entregue no final de Setembro, mas está agora remetido para final do corrente mês.

Para Miguel Bandeira, “não faz sentido, do ponto de vista político, aprovar medidas técnicas” que estão a ser consideradas no Plano de Mobilidade e Circulação que está a ser elaborado.
O vereador da Mobilidade assume que subscreve os princípios da proposta até porque os problemas se prendem com “a natureza e dimensão de um município que durante quatro décadas se formatou em função do automóvel”.
O vereador da tutela convocou todo o executivo para a reunião com a equipa técnica, no próximo dia 15 e deu conta que será também contactado o presidente da comissão especializada da Assembleia Municipal para participar neste encontro.

Miguel Bandeira garante que a reunião não será apenas para fazer o ponto de situação dos trabalhos, mas também para acolher eventuais propostas enquadráveis no Plano.
Em representação do PS, a vereadora Liliana Pereira, afirmou estranhar o sentido de voto quando se trata de “uma proposta de recomendação”.
O vereador Artur Feio reforçou que “é um documento político e não técnico” e prometeu voltar à carga com as propostas na reunião do dia 15. Artur Feio assumiu a surpresa da rejeição, que atribui a “estratégia política” e lembrou que o documento foi preparado com várias instituições e entidades do concelho e que a maioria das propostas tem aplicação imediata.

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