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Braga

2012-01-21 às 06h00

Patrícia Sousa

O presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho, Luís Braga da Cruz, e o deputado do PSD, Carlos Abreu Amorim, apresentaram, ontem, o livro ‘O futuro das Cidades’ de José Mendes. Cerimónia encheu auditório do Museu Nogueira da Silva.

Inspirador, imprescindível, bem conseguido e uma bonita surpresa. Estes foram apenas alguns dos elogios feitos, ontem, pelo presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho (UM), Luís Braga da Cruz, e pelo deputado do PSD, Carlos Abreu Amorim, ao livro ‘O Futuro das Cidades’, da autoria de José Mendes.

Carlos Abreu Amorim até sugeriu que “nas próximas eleições os autarcas fossem presenteados com um exemplar deste livro admirável, de forma a seguirem alguns dos bons exemplos e objectivos”.
Na apresentação do livro, que decorreu no Museu Nogueira da Silva e contou com a presença de inúmeras individualidades, o presidente do Conselho Geral da UM começou por admitir que “foi um privilégio ler o livro, porque é inspirador”.

Luís Braga da Cruz, aludindo ao ensaio, defendeu que “o futuro do desenvolvimento das cidades não se faz só de betão, mas com a vertente competitiva. As cidades especializaram-se e o segredo está em estabelecer a complementaridade entre as cidades, é a organização das cidades e a sua especialização que as pode tornar mais competitivas”.

Seguindo o conceito de “cidade incubadora” que o autor propõe na obra, o presidente do Conselho Geral da UM referiu que “o mais importante de tudo é transformar o conhecimento e o valor em inovação, utilizando o talento, a tolerância e a tecnologia”. ‘O Futuro das Cidades’ apresenta, ainda segundo Luís Braga da Cruz, “uma visão clara e contemporânea do futuro das cidades”.

Já Carlos Abreu Amorim admitiu que o livro acabou por ser “estimulador e motivador página a página”, mesmo onde não concorda com as conclusões ou os prognósticos.
Entre “ousadia” e até alguma “utopia”, o certo é que “as cidades onde prevalecem a inércia ou incompetência estão condenadas à irrelevância”. O modelo jurídico em que a cidade do futuro, a “cidade incubadora”, está inserida, foi o que mais “dificuldade causou” ao deputado social-democrata, apesar do ensaio apresentar “uma visão que explica, inspira e orienta o futuro”.

O autor do livro, que é vice-reitor para a Inovação e Empreendedorismo da UM aproveitou a oportunidade para agradecer aos muitos amigos que encheram o auditório no Museu Nogueira da Silva, para revelar as inspirações e motivações que o levaram a escrever a obra.

Perante “a dificuldade em lidar com espartilhos administrativos”, José Mendes considera que a reforma administrativa em curso poderá ser “uma oportunidade”. E justificou: “a fusão dos municípios não deverá ser apenas considerada como uma forma de racionalização dos custos, mas deve-se falar antes do facto de gerar mais valor, criar mais sinergias e mais-valias”.
José Mendes terminou a apresentação como começa a obra. “Não é um tratado urbanístico, não é um desenho futurista, pretende apenas ser uma proposta de futuro para as cidades do presente”.

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