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‘Novo’ PEB deverá acolher sessão inaugural da Cidade do Desporto
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Braga

2017-03-20 às 06h00

Paula Maia

O requalificado Parque de Exposições de Braga (PEB) deverá ser o palco escolhido para acolher a sessão inaugural da Braga Cidade Europeia do Desporto em 2018. Esta é a pretensão da câmara de Braga e da administração da InvestBraga, entidade que gere o PEB. Ao programa ‘Da Europa para o Minho’, conduzido semanalmente na Rádio Antena Minho pelo jornalista Paulo Monteiro - e que tem como convidado o eurodeputado José Manuel Fernandes - Humberto Carlos, administrador da InvestBraga, diz que esse facto está dependente do decurso das obras que deverão arrancar já no próximo mês de Abril.

O requalificado Parque de Exposições de Braga (PEB) deverá ser o palco escolhido para acolher a sessão inaugural da Braga Cidade Europeia do Desporto em 2018. Esta é a pretensão da câmara de Braga e da administração da InvestBraga, entidade que gere o PEB.
Ao programa ‘Da Europa para o Minho’, conduzido semanalmente na Rádio Antena Minho pelo jornalista Paulo Monteiro - e que tem como convidado o eurodeputado José Manuel Fernandes - Humberto Carlos, administrador da InvestBraga, diz que esse facto está dependente do decurso das obras que deverão arrancar já no próximo mês de Abril. “Estamos à espera do visto do Tribunal de Contas que espero que seja ágil”, revela o administrador.

O prazo de execução das obras de remodelação das obras é de oito meses e meio. “Muito gostaríamos que a obra começasse no final de Abril para que no início de Janeiro estivesse pronta. Se assim for, termos a possibilidade de fazer a sessão inaugural de Braga Cidade Europeia do Desporto no novo PEB”, continua o responsável.

Com um investimento de 8 milhões de euros, a reabilitação do PEB vai permitir trazer à cidade, ao concelho e à região eventos que até agora não eram exequíveis. Humberto Carlos frisa que, neste processo de reabilitação, há dois aspectos a considerar: o primeiro diz respeito à remodelação da grande nave, que actualmente não tem condições de climatização e acústicas e, o segundo, à instalação de um Centro de Congressos.

“Com este processo vamos conseguir atrair para a grande nave outros eventos, nomeadamente espectáculos musicais. Mas, vamos ter também um Centro de Congressos, algo que não tínhamos. Temos um auditório com uma taxa de utilização elevadíssima e que é o maior a norte de Santa Maria da Feira, mas isso não é suficiente para organizar congressos. Hoje os congressos têm de ter desdobramentos, isto é, há acções emque podem estar 1200 pessoas, mas que depois pretendem desdobrarem-se por outras salas. Actualmente isso não é possível”, diz o dirigente, revelando que a reabilitação vai dotar este espaço de um novo auditório com capacidade para 250 pessoas.
“O Minho vai passar a ter uma estrutura capaz de acolher congressos de dimensão nacional e internacional, colocando-se no ‘radar’ do turismo de negócios”, continua o administrador Humberto Carlos.

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