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‘Entra na Minha Casa’ vence Semibreve Award

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Ensino

2012-09-26 às 06h00

Redacção

Ana Carina Figueiredo e Tereza Abreu, alunas do mestrado em Tecnologia e Arte Digital da UMinho, são as ‘criadoras’ do projecto vencedor do primeiro Semibreve Award.

O projecto interactivo ‘Entra na Minha Casa’, que ‘convida’ o público a filmar cenas do quotidiano ‘caseiro’ para serem projectadas na ‘casa’, é o vencedor da primeira edição do prémio internacional de arte digital Semibreve Award.
A ideia vencedora do primeiro Semibreve Award, criado ao abrigo do festival de música e artes digitais Semibreve 2012, vai estar em exposição durante o festival que este ano acontece entre Braga e Guimarães ao abrigo das Capitias Europeias da Juventude e da Cultura 2012, entre 2 e 6 de Outubro.

Em declarações à agência Lusa, Ana Carina Figueiredo e Tereza Abreu, alunas do mestrado em Tecnologia e Arte Digital da Universidade do Minho e ‘criadoras’ do projecto vencedor, explicaram que esta ‘casa’ tem por base um “conceito colaborativo”.
Segundo Ana Figueiredo, “a ideia é até bastante simples”, descreveu.
“Há uma casa em miniatura, tipo casa de bonecas, que projecta vídeos de curta duração com imagens do quotidiano de pessoas comuns e cada vez que alguém se aproxime da casa vê um desses vídeos projectados de forma aleatória”, explanou.

O projecto está já a ser divulgado nas redes sociais e a adesão, afirmam as vencedoras, “tem sido bastante boa”.
Alias, a “actualidade” das redes sociais foi um dos “pontos fortes” do projecto vencedor do Semibreve Award que, nesta primeira edição, recebeu 37 candidaturas oriundas de mais de 10 países.
“Esta casa joga com a exposição nas redes sociais e a procura de privacidade. Mas também toca numa tendência voyeur típica de todos: espreitar pela janela do vizinho”, explicou à Lusa o co-presidente do júri internacional do certame, Pedro Branco.

Tereza Abreu destacou a “importância” e o “orgulho” que é ter este prémio para o currículo.
“É o primeiro concurso do género, com um júri internacional e isso dá-nos a oportunidade de ter visibilidade e de também mostrar a investigação que se faz na Universidade do Minho”, apontou.
Aliás, ambas vencedoras afirmaram que “levar o que se faz nos laboratórios para fora da universidade”, uma vez que o projecto já estava pensado para o mestrado que ambas frequentam, foi um dos “impulsos” que as levou a concorrer.

Já idealizado e construída a “casa”, as vencedoras apelam agora à interactividade do público. “Temos uma página onde qualquer pessoa pode e deve partilhar um pequeno vídeo com uma cena do quotidiano. Seja aspirar, cozinhar, limpar o pó. É desta partilha e interactividade que o nosso projecto vive”, apelaram.
Para conhecer o ‘Entra na Minha Casa’ e participar no projecto com a partilha de um vídeo basta aceder ao endereço http://entranaminhacasa.wordpress.com.

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