Correio do Minho

Braga, quinta-feira

‘Braga de Artur Pastor’ já conquistou bracarenses
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‘Braga de Artur Pastor’ já conquistou bracarenses

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Braga

2016-09-06 às 07h54

Redacção

A mostra fotográfica intitulada ‘Braga de Artur Pastor’, patente ao público simultaneamente na Casa dos Crivos e no Museu da Imagem, já foi visitada por quase quatro mil pessoas, confirmando-se como a exposição mais visitada de ambos os espaços municipais. Esta iniciativa, que resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Braga e o Núcleo Fotográfico do Arquivo Municipal de Lisboa, abriu ao público no passado dia 3 de Agosto e decorre até ao próximo sábado, 10 de Setembro.

A mostra fotográfica intitulada ‘Braga de Artur Pastor’, patente ao público simultaneamente na Casa dos Crivos e no Museu da Imagem, já foi visitada por quase quatro mil pessoas, confirmando-se como a exposição mais visitada de ambos os espaços municipais.
Esta iniciativa, que resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Braga e o Núcleo Fotográfico do Arquivo Municipal de Lisboa, abriu ao público no passado dia 3 de Agosto e decorre até ao próximo sábado, 10 de Setembro.

Inicialmente com data de encerramento prevista para o dia 17 de Setembro, viu a mesma ser antecipada uma semana em virtude da realização dos Encontros da Imagem.
Esta exposição, que apresenta um retrato da cidade de Braga entre as décadas de 1950 e 1960, resulta de uma selecção de fotos de Artur Pastor, falecido há 17 anos e um dos mais significativos nomes da fotografia do século XX em Portugal.

Este devotado funcionário da Direcção Geral dos Serviços Agrícolas, dedicou grande parte da sua vida a fotografar as gentes que trabalhavam os campos, bem como as suas técnicas de cultivo e as sementes que utilizavam no seu labor.
Com a sua rolleiflex percorreu quase todos os recantos de Portugal, legando aos vindouros uma exaustiva e significativa obra fotográfica.

Chamado à Capital do Minho no âmbito da sua missão como regente agrícola fotógrafo, acabou por conhecer a sua futura esposa. As visitas a Braga suceder-se-iam, particularmente nas décadas de 1950 e 1960, período no qual pôde retratar a fisionomia e a alma bracarense.
No seu vasto espólio integram-se dois álbuns inteiramente dedicados à cidade de Braga, totalizando mais de seis centenas de fotografias.
A exposição pode ser visitada até sexta-feira na Casa dos Crivos e no Museu da Imagem.

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