Correio do Minho

Braga, terça-feira

‘25 Paus’ conta a história dos 25 anos da Azeituna
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‘25 Paus’ conta a história dos 25 anos da Azeituna

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Braga

2017-12-09 às 08h05

Marlene Cerqueira

“No início da década de 1990, um conjunto de amigos da Universidade do Minho sentiu uma enorme vontade de criar um grupo dedicado à música, com um espírito brincalhão, bem disposto e interventivo. Boémios, mas também românticos inveterados, fizeram das serenatas pelas janelas de Braga e não só, uma das principais razões da sua existência. Decorria o ano de 1992 e legitimava-se assim a Azeituna no vasto tecido cósmico.”

“No início da década de 1990, um conjunto de amigos da Universidade do Minho sentiu uma enorme vontade de criar um grupo dedicado à música, com um espírito brincalhão, bem disposto e interventivo. Boémios, mas também românticos inveterados, fizeram das serenatas pelas janelas de Braga e não só, uma das principais razões da sua existência. Decorria o ano de 1992 e legitimava-se assim a Azeituna no vasto tecido cósmico.”

Assim se sintetiza, no livro ‘25 Paus - Autobiografia não autorizada da Azeituna’, como nasceu a Azeituna - Tuna de Ciências da Universidade do Minho cuja comemoração dos 25 anos é mote para o XXIV Celta - Certame Lusitano de Tunas Académicas, festival de tunas que ontem e hoje, à noite, sobe ao palco principal do Theatro Circo.

O CELTA é importante, mas o ponto alto do festival deste ano terá sido a tarde de ontem, com a família alargada da Azeituna a juntar-se no salão medieval da reitoria da Universidade do Minho para a a presentação da obra que assinala os 25 anos da Azeituna.

Ao ‘Correio do Minho’, Sérgio Couto, que a tuna tem a alcunha de ‘Obo’, realça que a obra reúne a história da Azeituna de forma descontraída e bem-disposta. Sendo um dos “arqueólogos e escribas” desta autobiografia, Sérgio Couto refere que nela estão retratados todos os membros da família Azeituna e já são perto de uma centena.

“Nós somos como os escuteiros. Quem faz parte da Azeituna é membro para a vida toda”, refere, realçando que são muitas as ocasiões em que a tuna junta os seus membros.
“Mantemos todos uma ligação entre nós. Esta acaba também por ser uma forma de mantermos uma ligação à universidade do Minho”, conta o antigo aluno.

E o que tem em comum quem passa a integrar a Azeituna? “O gosto pela música”, responde prontamente Sérgio Couto.

A apresentação do livro iniciou-se com um verde de honra e terminou com a interpretação de três temas pela Azeituna, num aquecimento para a sessão da noite.

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