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Jovem acusado de matar dono de bar foi absolvido
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Jovem acusado de matar dono de bar foi absolvido

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Jovem acusado de matar  dono de bar foi absolvido

Casos do Dia

2024-06-13 às 09h00

Redacção Redacção

Tribunal da Relação de Guimarães teve dúvidas quanto à autoria das facadas que mataram o dono de um bar. Outro dos arguidos foi condenado a quatro anos e quatro meses de cadeia.

Citação

O Tribunal da Relação de Guimarães absolveu ontem um jovem que estava acusado de ter matado um empresário de Famalicão de 32 anos, em Fevereiro do ano passado.
O colectivo de juízes não deu como provado que tenha sido o acusado a praticar o crime, tendo aplicado o princípio do ‘in dubio pro reo ‘ (na dúvida, absolve-se o réu). A juiza presidente do colectivo determinou a libertação imediata do arguido, que estava em prisão preventiva.
Um segundo arguido no mesmo caso, primo do absolvido, foi condenado pelo Tribunal da Relação de Guimarães a uma pena de prisão efectiva de quatro anos e quatro meses, por homicídio tentado e ofensas à integridade física.
O julgamento teve início a 28 de Fevereiro deste ano, tendo a primeira sessão ficado marcada por desacatos e agressões verbais entre familiares dos arguidos. A PSP teve de intervir.
O crime aconteceu a 12 de Fevereiro do ano passado, quando uma jovem de 14 anos, que integrava o grupo onde estavam os arguidos, se envolveu numa discussão com outro grupo no interior de um bar. O desacato levou à intervenção de um segurança do estabelecimento, que os expulsou do bar.
Segundo a acusação do Ministério Público (MP), os jovens fugiram do bar “imbuídos de desejos de vingança.”
Durante a fuga do bar, o gerente do espaço foi atrás dos jovens e foi atingido com uma facada nas costas. O empresário e dono do bar também foi atrás do grupo e sofreu duas facadas no peito, que lhe causaram a morte.
Em Tribunal, o arguido de 18 anos acusou o primo de 19 de ser o autor das facadas mortais.
Inicialmente, a acusação do MP imputava a morte do empresário aos dois primos, mas, na fase de instrução, um juiz de instrução criminal determinou que um fosse a julgamento por homicídio qualificado e o outro pelo homicídio tentado e agressões corporais contra o gerente do bar.

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