Correio do Minho

Braga, terça-feira

Joaquim Gomes é o novo director do Agrupamento de Escolas de Maximinos
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Joaquim Gomes é o novo director do Agrupamento de Escolas de Maximinos

“A Universidade do Minho gosta de alunos pró-activos e criativos”

As Nossas Escolas

2018-06-22 às 06h00

Patrícia Sousa

Ser um dos três melhores agrupamentos do concelho é o objectivo do novo director do Agrupamento de Escolas de Maximinos.

Joaquim da Silva Gomes é o novo director do Agrupamento de Escolas de Maximinos, sucedendo a António Pereira, que esteve à frente dos destinos daquele agrupamento durante quase uma década. “Transformar o agrupamento num dos três melhores do concelho” é o objectivo do novo director nos próximos quatro anos.
“Este agrupamento tem tudo de bom, possui um corpo docente marcado pela qualidade; assistentes técnicos e operacionais competentes e empenhados; pais e encarregados de educação, na sua maioria, bem preparados e cooperantes com a comunidade educativa e com filhos educados e abertos a mais e melhor aprendizagem e formação”, assegurou o novo director do agrupamento.

Perante esta realidade, Joaquim da Silva Gomes foi peremptório: “temos ao nosso dispor todas as condições para mo- tivar os nossos alunos e atingir uma formação integral numa escola marcada pelos valores da cidadania. A meta é o sucesso, porque todos ‘Somos sucesso’”. E este sucesso implica também “ter melhores resultados académicos, continuar o nível dos projectos que estão já a ser desenvolvidos e manter o ensino da música e dança, que é bandeira deste agrupamento”.
Joaquim da Silva Gomes foi mais longe: “queremos aproveitar os aspectos positivos para transformar o nosso agrupamento num dos três melhores do concelho, acabando com a ideia estigmatizante que existe em relação ao agrupamento, sobretudo, associada à indisciplina”.
Para o novo director estão reunidas todas as condições para o Agrupamento de Escolas de Maximinos ser “um agrupamento de sucesso”.

Para isso, o novo líder do agrupamento quer apostar em aulas mais práticos com o objectivo dos alunos desenvolverem projectos em contexto de empresas e instituições locais, com destaque para a Universidade do Minho, indo assim ao encontro da flexibilização curricular. “Temos de estar preparados para o futuro, que já é o presente”, assumiu Joaquim da Silva Gomes, que se compromete a “mudar a imagem que se tem do agrupamento” e para começar, a abertura do ano lectivo vai contar com a presença de uma personalidade nacional ligada à área da Educação.
Sem rodeios, Joaquim Gomes da Silva admitiu que se fosse ele a decidir “as obras na EB2,3 Frei Caetano Brandão começavam já amanhã, porque os alunos têm direito a ter condições como todos os outros”. Depois da tomada de posse vai reunir um dossier e apresentar o problema à Câmara Municipal de Braga e ao Ministério da Educação.

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