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Já foram realizados mais de 45 mil testes e internados mais de 300 doentes Covid
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Já foram realizados mais de 45 mil testes e internados mais de 300 doentes Covid

Braga

2020-10-24 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

Desde o inicio da pandemia em Março último, o Hospital de Braga já realizou mais de 45 mil testes de despiste ao novo coronavírus SARS-CoV-2. Ao longo destes meses e até ao momento foram internados mais de 300 doentes com a patologia.

Desde o início da pandemia, em Março último, o Hospital de Braga já realizou mais de 45 mil testes de despiste ao novo coronavírus - SARS-CoV-2 e já foram internados mais de 300 doentes. Neste momento há 24 utentes internados com Covid-19, 19 em enfermaria e cinco nos Cuidados Intensivos.
Até agora o Hospital de Braga conseguiu dar resposta a todos os casos identificados com o novo coronavírus, não tendo existido, ainda, a necessidade de expandir a capacidade instalada. No entanto, e jogando por antecipação, a unidade hospitalar bracarense desenhou um ‘plano especial Covid’ para esta época de Outono/Inverno, que incluiu o reforço da capacidade do Serviço de Urgência, de internamento e também de testagem ao SARS-CoV-2.
Depois do teste convencional realizado ao utente suspeito de Covid-19 (com zaragatoa), a amostra de fluído que é recolhida segue depois para o Serviço de Patologia Clínica do Hospital de Braga, que, ao longos dos últimos meses e desde que se instalou a pandemia Covid-19, foi reajustado e readaptado precisamente para atender à nova realidade e responder maior eficácia e rapidez às necessidades da comunidade, nomeadamente ao nível da quantidade de testes de diagnóstico ao novo coronavírus.
Foram várias as alterações levadas a cabo no Serviço de Patologia Clínica com o objectivo de dar uma resposta pronta à comunidade, conduzindo à sua reorganização em termos espaciais e de recursos humanos, indica Aurélio Mesquita, patologista clínico do Serviço de Patologia Clínica do Hospital de Braga, que ‘viajou’ com o ‘Correio do Minho’ pelos corredores específicos onde se analisam as amostras de doentes suspeitos de Covid-19.
O Serviço de Patologia Clínica teve que se readaptar para responder às novas necessidades entretanto surgidas e isso incluiu “a implementação de um circuito específico Covid-19 para a área da Biologia Molecular, em que de dois passámos a ter oito elementos em exclusivo e uma nova redistribuição dos recursos humanos, em sistema rotativo para garantir a capacidade de testagem”, referiu o patologista clínico.
Trata-se de um circuito específico e rigoroso que foi montado especialmente para responder às solicitações Covid e onde médicos e técnicos circulam e trabalham com todo o cuidado a fim de evitar uma eventual contaminação.

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