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IPCA dá resposta às necessidades das empresas com recursos qualificados

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IPCA dá resposta às necessidades  das empresas com recursos qualificados

Cávado

2020-10-17 às 11h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Famalicão, visitou ontem o polo do IPCA, instalado no concelho. Presidente do IPCA destacou o aumento do número de alunos neste ano lectivo, realçando o trabalho em rede com o tecido empresarial.

Num concelho “marcadamente e orgulhosamente industrial”, os Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) do polo do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), que está localizado no Centro de Investigação e Inovação e Ensino Superior de Famalicão (CIIES), “são uma resposta às necessidades das empresas, que precisam de recursos humanos em quantidade e qualidade”, aplaudiu ontem o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, confidenciando que “é fantástico o que está a acontecer” em Famalicão, já que mais do que se duplicou o número de alunos este novo ano lectivo.
Paulo Cunha, que visitou o polo do IPCA para se inteirar sobre a forma como está a decorrer o arranque do ano lectivo, destacou o facto deste polo “assegura a capacidade das empresas do concelho absorverem recursos humanos com qualidade”.
No final da visita, o presidente da autarquia mostrou-se “muito satisfeito” com o que está a acontecer no polo do IPCA. “As centenas de alunos que estão hoje em Famalicão a frequentar os CTeSP são sinal que o concelho é atractivo para estudar, mas também sabemos que a realização dos cursos, com alto índice de empregabilidade no contexto do nosso concelho, ajuda a capacitar as nossas empresas”, sublinhou o autarca, evidenciando o facto dos cursos incluírem estágio de seis meses e que permitem “muito aproximação” às empresas.
Com estes cursos, continuou Paulo Cunha, é dada resposta aos jovens do concelho. “Se não estivesse cá este polo, estes jovens não estariam cá e porventura não escolheriam estes cursos”, realçou Paulo Cunha, sublinhando “a melhoria da capacidade de absorção de jovens no tecido empresarial do concelho”.
Entretanto, a presidente do IPCA, Maria José Fernandes, começou por realçar o apoio do Município de Famalicão para se ter as “condições necessárias” para receber mais alunos e mais cursos. “Mais do que duplicamos o número de alunos, sobretudo, na oferta pós-laboral. Sendo que neste momento temos quase 600 alunos a frequentar os vários cursos. Isto é a prova que há procura e há necessidade”.
Com alunos da região, sobretudo dos concelhos do Quadrilátero Urbano, este polo “dá sinal” que Famalicão atrai pessoas e que tem condições para se estudar “sempre com a certeza que se está a oferecer um ensino de qualidade”.
Maria José Fernandes destacou ainda a rede de transportes, que “naturalmente vai mudar fruto do número de pessoas que já frequenta o polo”, acreditando que “daqui a pouco tempo haverá uma rede rede transportes nocturna para este campus”.
Os cursos ali leccionados são sempre cursos que respondem às necessidades das empresas da região e que acabam por ir se alterando. “Este ano temos três cursos novos e deixamos de abrir um ou dois porque já não se justificavam. Vamos acompanhar sempre a necessidade das empresas. Temos, neste momento, muitas empresas a pedirem expressamente cursos, empresas de Famalicão que querem que se desenhem cursos para absorverem esses quadros qualificados e que saem daqui com uma especialização”, avançou a presidente do IPCA, garantindo que “a taxa de desemprego é zero”.
A filosofia destes cursos contempla um estágio de seis meses nas empresas e é esta rede com o tecido empresarial que o IPCA quer manter. “Esta aproximação constante com as empresas é para manter”, assegurou.
O IPCA começou com a experiência neste tipo de formação em 2014 e chegou à conclusão que “requer uma atenção e uma metodologia diferentes”, por isso, o polo de Famalicão acabou por reunir todos os CTeSP. “Foi o melhor que fizemos”, confirmou Maria José Fernandes, adiantando que se quer “uma escola que conjugue as duas vertentes de ensino, porque estes alunos têm que saber fazer e aprender com quem saiba fazer também”.

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