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Intervenção no Estádio 1.º de Maio está avaliada em 10 milhões de euros
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Intervenção no Estádio 1.º de Maio está avaliada em 10 milhões de euros

Braga

2021-10-19 às 08h00

Miguel Viana Miguel Viana

Câmara de Braga encomendou estudo à Universidade do Minho para posteriormente elaborar o projecto e aguarda comparticipação do Estado. Vereadores socialistas consideram importante haver apoio do Estado.

O Estádio 1.º de Maio vai ser alvo de uma intervenção que está avaliada em cerca de 10 milhões de euros. A informação foi prestada ontem pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, na primeira reunião do novo executivo, ao vereador socialista Hugo Pires, que questionou a autarquia sobre o assunto.
“O campo de intervenção é mais alargado do que aquele que tínhamos percepção, o que obviamente veio a agravar os custos que poderão estar inerentes a essa reabilitação. O valor é uma estimativa interna, que dependerá das condições de mercado e do prazo concreto da intervenção. É uma intervenção muito profunda”, destacou Ricardo Rio.
O autarca lembrou que o Estádio 1.º de Maio acolhe provas desportivas, essencialmente o atletismo, e vai continuar a ser a sede da equipa feminina do Sporting Clube de Braga.
O autarca espera que o Estado possa contribuir para a recuperação do espaço.
“Seria uma enormíssima ajuda, atendendo a que é um edifício classificado e, por isso, o Estado não se pode eximir de responsabilidades de contribuir para a salvaguarda do património que é reconhecido como um activo de todos. Já falamos com a Direcção-Geral do Património Cultural e com o Ministério da Cultura, no sentido de avaliar que enquadramento a reabilitação do Estádio poderá ter”, afirmou Ricardo Rio.
Pela voz de Artur Feio, o Partido Socialista destacou que o estado em que se encontra o 1.º de Maio “é uma preocupação de todos nós. Fomos surpreendidos no discurso de tomada de posse, com uma vontade do município de intervir em algo que deve ser intervencionado, mas precisamos de um programa”.
O vereador socialista acrescentou que “ficamos na expectativa do que possa ser este investimento mínimo de 10 milhões de euros de que fala o município e de onde vem esta disponibilidade de verba”.
O PS?referiu que a intervenção deve ser feita com apoio financeiro do Estado e considerou “importante sabermos que há vontade manifesta de intervir naquele espaço”.
Os socialistas colocaram também em cima da mesa a actualização do RADA (Regime de Apoio Directo ao Arrendamento). “Há muitas reclamações por parte de bracarenses de que o RADA não tem acompanhado os valores da economia. Seremos voz activa na necessidade de actualização, relativamente aos preços”, disse Artur Feio.
O vereador socialista apontou ainda as queixas motivadas pelos tempos de espera nos processos de licenciamento urbanístico. “Devemos lutar para que haja uma maior celeridade. Os tempos de espera para além do desejável levam a que haja pessoas que desistam de investir na cidade “, disse Artur Feio.
Ricardo Rio prometeu que o apoio ao arrendamento vai aumentar e haverá uma melhoria dos serviços para repôr “critérios de monitorização eficiente” dos processos.
Os vereadores socialistas pretenderam, ainda, saber em que ponto está o processo de intervenção no Nó de Infias.
Ricardo Rio explicou que “a obra vai ser apreciada pela Infraestruturas de Portugal. O projecto já está elaborado e tem apresentação pública agendada para os próximos dias”.
A reunião ficou ainda marcada pela abstenção dos vereadores da oposição (PS e CDU) em pontos como a designação de vereadores a tempo inteiro, a delegação de competências no presidente e nos vereadores, a forma como serão feitas as reuniões do executivo municipal, a representação do município nas empresas municipais e no Conselho de Curadores da Fundação bracara Augusta e a repavimentação da Avenida Frei Bartolomeu dos Mártires. A este propósito, a vereadora da CDU, Bárbara Barros, lembrou que as pinturas da via impedem o acesso directo dos automóveis provenientes do túnel ao Braga Parque, o que pode causar pressão na Rotunda das Piscinas.

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