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IB-S é a nova ‘casa’ de investigação da Universidade do Minho
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Ensino

2017-10-12 às 06h00

Marta Amaral Caldeira

Testar a resiliência de novos materiais para a construção civil com ensaios à escala real e perceber os impactos ambientais da poluição, por exemplo, através de simulações num rio artificial, são algumas das investigações científicas que já são possíveis fazer no IB-S - Instituto de Ciência e Inovação para a Bio-Sustentabilidade. A nova unidade de investigação e desenvolvimento da Universidade do Minho foi, ontem, inaugurada pelo ministro do Ensino Superior, Manuel Heitor, e pelo secretário de Estado do Ambiente, José Mendes.

Testar a resiliência de novos materiais para a construção civil com ensaios à escala real e perceber os impactos ambientais da poluição, por exemplo, através de simulações num rio artificial, são algumas das investigações científicas que já são possíveis fazer no IB-S - Instituto de Ciência e Inovação para a Bio-Sustentabilidade. A nova unidade de investigação e desenvolvimento da Universidade do Minho foi, ontem, inaugurada pelo ministro do Ensino Superior, Manuel Heitor, e pelo secretário de Estado do Ambiente, José Mendes.

Para a criação do IB-S foram investidos nove milhões de euros, resultando de um “trabalho colaborativo” entre a UMinho, empresas e o governo. Foi isso mesmo que o reitor António Cunha realçou na cerimónia inaugurativa, sublinhando que o projecto recebeu a maior parte do financiamento de fundos comunitários, na ordem dos 5,8 milhões de euros, sendo o restante co-finnanciamento garantido pela UMinho e pelos vários projectos competitivos que captaram verbas adicionais, contando ainda co o apoio de inúmeras empresas.

Com a visão na “economia circular” e “economia azul”, o reitor António Cunha sublinhou que a UMinho está agora apta “para responder aos novos desafios que se apresentam” rumo à sustentabilidade que o mundo, hoje, procura. “Temos um grande orgulho em termos concretizado este projecto, através da articulação dos vários actores, da investigação e sobretudo da articulação com os actores externos, através das muitas empresas que já colaboram connosco. Isto é o exemplo daquilo que conseguimos de fazer”, afirmou o reitor.

O ministro do Ensino Superior sublinhou a este propósito que “é preciso uma consciência geral e uma política ambiental que acompanhe o pensamento científico. A ciência é o nosso futuro e temos, de facto, que reformular o sistema de ensino. Este IB-S vai precisamente nesse sentido e servirá de centro de discussão também de novas áreas de ensino, além de base de formação para pós-graduações”.

Colocar a ciência ao serviço de um modelo de vida sustentável e com maior qualidade nos ambientes construído e natural é o objectivo do IB-S. Vai também criar spin-offs, promover formação pós graduada e difundir conhecimento, em conjunto com empresas, autarquias, associações particulares e unidades científico-tecnológicas.

O secretário de Estado do Ambiente, José Mendes, destacou o forte impulso dos centros de investigação de Portugal nos últimos anos e reforçou que a área da ‘sustentabilidade’ para a qual está virada o, agora, inaugurado IB-S é o futuro da empregabilidade e da inovação. “Esta é uma área que está na agenda mundial, como o tema das alterações climáticas, e é uma área geradora de emprego qualificado”.
O director-executivo do IB-S é Tiago Miranda e o presidente do conselho estratégico, José Teixeira, da dst.

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