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Hospital de Braga apela à comparência nas consultas
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Hospital de Braga apela à comparência nas consultas

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Hospital de Braga apela à comparência nas consultas

Braga

2020-11-28 às 14h44

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Hospital de Braga, através do director clínico, apela aos utentes com consultas e exames agendados para os dias 30 de Novembro e 7 de Dezembro para que não faltem. Unidade hospitalar mantém a actividade programada.

O Hospital de Braga mantém toda a actividade programada nas “pontes” de 30 de Novembro e 7 de Dezembro. O director clínico, Jorge Marques, apela, por isso, aos utentes para que compareçam nas consultas e exames médicos agendados para esses dias.
Num apelo aos utentes, o director clínico realça que “não há que ter receio em vir ao Hospital de Braga devido à pandemia”, sublinhando que foram adoptadas todas as medidas que garantem a segurança de quem ali se desloca, seja para consultas médicas, seja para realizar exames complementares de diagnóstico.

Apesar de o Governo ter dado tolerância de ponto à função pública, nos dias 30 de Novembro e 7 de Dezembro, a mesma não se aplica nos cuidados de saúde, seja no hospital seja nos cuidados de saúde primários que também vão manter a actividade prevista para esses dias.
“Não faltem. É cada vez mais difícil agendar as datas de próximas consultas”, alerta o director clínico, em declarações ao ‘Correio do Minho’.
A partir de hoje e até terça-feira, inclusive, está interdita a deslocação para fora do concelho de residência, mas uma das excepções previstas é precisamente a deslocação para actos médicos, concretamente consultas e exames. O mesmo se repete no próximo fim-de-semana.

Recorde-se que já no início de Novembro o Hospital de Braga tinha lançado um apelo aos utentes para que não faltem às consultas, um alerta que surgiu devido ao aumento de falhas por parte dos utentes.
“Temos tido um aumento de falhas às consultas que são lamentáveis porque durante esse período os profissionais não atendem outras pessoas, porque as marcações são por hora”, referia na altura João Porfírio de Oliveira, presidente do Conselho de Administração do hospital, lamenta a situação.
A justificação encontrada pelo hospital prendia-se com o receio sentido pela população e com os conselhos para que fiquem em casa.

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