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Guimarães quer criação conectada entre instituições

Vale do Ave

2021-05-16 às 10h14

Redacção Redacção

Cidade-Berço acaba de lançar a revista ‘Guimarães C Visível’ - uma publicação que visa a reflexão colectiva em torno de diferentes perspectivas.

Acabou de ser lançado o primeiro número da Revista ‘Guimarães C Visível’, produzida no contexto do projecto Bairro C e que almeja a edificação de um património imaterial de reflexão em torno da cidade - que e cultura, conhecimento, criatividade, ciência e também de comunidade.
“Guimarães quer ser uma cidade criativa e ir mais longe, uma cidade que constrói e se reconstrói e consegue articular-se com várias entidades, com as pessoas e estabelecer a conectividade para dar a coerência a um trabalho mais desenvolvido”, sublinhou a vice-presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Adelina Pinto, destacando o objectivo de cimentar o estatuto de cidade criativa.

Esta ideia está patente na revista que proporciona uma discussão e reflexão colectiva em torno de diferentes perspetivas do território e que contempla a zona entre Couros e a Rua da Cruz de Pedra, em Guimarães, promovendo o trabalho de públicos, a cocriação comunitária e a mediação dos habitantes do espaço.
A publicação resulta “num bom contributo para pensar o futuro e como tudo se alicerça à volta da construção de um novo espaço, através da diversidade dos artigos e de grande qualidade”, salientou Adelina Pinto, na sessão que decorreu no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura (CAAA).

‘O Poliformismo da Cidade Criativa’ foi ainda tema para a primeira sessão do ciclo de conversas, com Eduardo Brito a apontar, na sua intervenção, para a questão do “uso excessivo” do Castelo de Guimarães ou a imagem de D. Afonso Henriques, advertindo que “há muito mais para mostrar” defendendo um “jogo de equilíbrios” para salvaguardar outros espaços, na medida em que “tudo parece cristalizado à volta do centro histó- rico”, criticou.
Alexandre Mendes realçou a necessidade de “encontrar algo que nos segura à cidade e compreender as pessoas” onde enaltece que “é fundamental apostar no teor e autenticidade”. Considera que “em Guimarães a população ama a cidade com autenticidade” e recordou “as enchen- tes das pessoas de Guimarães nos eventos da Capital Europeia da Cultura”.

O cinéfilo Ricardo Vieira Lisboa apontou a “opção pessoal de cada um” para definir os “circuitos turísticos” para conhecer as cidades. Constata que “as cidades, através das associações, podem ajudar a criar uma espécie de roteiros através de várias estratégias que podem ir ao encontro da vontade das pessoas”.
A programação do Bairro C prossegue hoje com o concerto de Dada Garbeck para o lançamento do disco ‘The Ever Coming - Cosmophonia’, às 18 horas, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães.

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