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Guerreiros infelizes em Leiria cedem o troféu ao Sporting

Desporto

2021-01-24 às 06h00

Miguel Machado Miguel Machado

Há novos campeões de inverno. O Sporting conquistou ontem, pela terceira vez, a Taça da Liga de futebol, ao levar a melhor sobre o SC Braga por 1-0, na final da 14.ª edição da competição. Guerreiros do Minho não se deram bem com mau tempo em Leiria.

Mau tempo em Leiria não foi favorável ao SC Braga, na final da Taça da Liga da época 2020/21. Guerreiros do Minho bem lutaram até ao último lance do jogo para evitar ceder o troféu ao Sporting, mas não conseguiram contrariar o desaire no Estádio Dr. Magalhães Pessoa.
Triunfo magro, por 1-0, foi o suficiente para os ‘leões’ de Rúben Amorim fazerem a festa de novos Campeões de Inverno.
Com o relvado em péssimas condições, o jogo das duas equipas ficou condicionado desde o apito inicial e tirou qualidade ao duelo.
Bola rolava com grande dificuldade e o terreno pesado prejudicou claramente o futebol mais rendilhado dos Guerreiros, pelo que a primeira parte decorreu (quase) sem motivos de interesse até aos últimos cinco minutos antes do intervalo.

Com as duas equipas encaixadas no meio campo, não havia remates, nem oportunidades, e como se costuma dizer foi praticamente caído do céu que surgiu o golo que acabaria por decidir a final.
Na sequência de um livre para o Sporting, aos 41 minutos, o lateral Pedro Porro aproveitou uma desatenção na defesa do SC Braga para entrar pela área a dentro, descaído sobre a direita, e rematou ao poste mais distante.
O guarda-redes Matheus bem se esticou, mas não evitou o remate colocado.
Com os Guerreiros abalados, pouco depois o Sporting podia ter feito o segundo golo numa jogada individual de Pote, mas desta vez Matheus defendeu.
No cair do pano para o intervalo, houve lance polémico na área do Sporting, com Coates a varrer o avançado Abel Ruiz mas o árbitro (e o VAR) considerou que central tocou primeiro na bola.

Já com o goleador Paulinho em campo, o SC Braga entrou com tudo na segunda parte para dar a volta ao resultado. A verdade é que com Paulinho os Guerreiros foram bem mais demolidores para a baliza do Sporting, valendo aos leões a serenidade de Adán entre os postes, a segurar todas as tentativas. E quando não era o guarda-redes foi a barra da baliza, aos 71 minutos, a evitar um golaço de Paulinho.
Nos minutos finais, o SC Braga encostou o Sporting às cordas mas a jogar mais com o coração faltou um pouco de sorte para levar a decisão para a ‘lotaria’.

Final em Leiria ficou a dever 45 minutos a Paulinho

Carlos Carvalhal apresentou na final o mesmo ‘onze’ que derrotou o Benfica, na passada quinta-feira, no jogo das meias-finais da prova. A verdade é que, face à exibição de Paulinho na segunda parte, em que entrou aos 46 minutos para o lugar de Abel Ruiz, ficou a ideia que o goleador-mor dos Guerreiros do Minho ficou a dever 45 minutos a esta partida. Avançado entrou muito bem, a dinamitar o ataque do SC Braga. Paulinho foi um autêntico terror para os defesas do Sporting, quer no futebol aéreo, triangulações e remates à baliza. Só faltou mesmo o golo.
Nota ainda para a boa entrada em jogo de Iuri Medeiros, extremo que rendeu um algo apagado André Castro. Medeiros também agitou o ataque arsenalista, assim como o médio João Novais que teve nos pés, aos 90+7 minutos, um último ‘tiro’ que obrigou guardião leonino a grande defesa.

Ambos os treinadores enviados para a bancada

A 14.ª edição da final da Taça da Liga ficará na história pelo insólito dos dois treinadores finalistas terem sido expulsos do jogo, no mesmo lance. Carlos Carvalhal, do SC Braga, e Rúben Amorim, do Sporting, estavam a trocar argumentos quando viram o cartão vermelho aos 33 minutos, numa decisão, diga-se, completamente exagerada e desajustada do árbitro lisboeta Tiago Martins. Por ser uma final, por estar a ser disputada já em circunstâncias muito difíceis, o momento exigia uma outra atitude, mais pedagógica da parte do árbitro da Associação de Futebol de Lisboa. No fundo prejudicou ainda mais o espectáculo.

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