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Grupos folclóricos mantêm tradição do cântico polifónico ‘a cappella’
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Grupos folclóricos mantêm tradição do cântico polifónico ‘a cappella’

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Grupos folclóricos mantêm tradição do cântico polifónico ‘a cappella’

Ensino

2019-11-25 às 06h00

Miguel Viana Miguel Viana

Concerto ‘Quem Canta Seus Males Espanta’, promovido pelo Grupo Folclórico da Universidade do Minho deu a conhecer cânticos de outras regiões do país.

‘Quem Canta Seus Males Espanta’ foi o tema do concerto de cantares polifónicos que juntou ontem à tarde, na Igreja da Senhora-a-Branca, o Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM), o Grupo de Folclore ‘Terras de Arões’ (Vale de Cambra) e o Grupo ‘As Vozes de Manhouce’ (S. Pedro do Sul).
O encontro teve como finalidade manter viva a tradição do cântico ‘a cappella’ (sem acompanhamento de instrumentos musicais).

“Este concerto visa trazer a público um património que nós tentamos fazer com que não caia no esquecimento, que é o cântico polifónico ‘a cappella’, Temos um vasto manancial de recolha de cantigas, desde cantares de trabalho, cantares de romaria, cantares religiosos, e convidamos grupos que também tenham feito este trabalho nas suar regiões”, indicou André Marcos, director artístico do GFUM.
O responsável indicou ainda que o concerto pretendeu fazer com que “as pessoas comecem a apreciar cada vez mais este tipo de registo, porque esta é a nossa cultura”.

A presença de grupos de outros concelhos foi a grande novidade da edição deste ano. “Quisemos trazer outro tipo de polifoníascantadas a vozes, que são ligeiramente diferentes. Cada terra tem o seu uso e costume e a ideia é trazer isso para este espaço”, considerou André Marcos.
Apesar de serem cantigas tradicionais, o repertório do GFUM apresenta algumas novidades. “Escolhemos quatro cantigas tradicionais, demos uma nova roupagem, mas sem perder a base, a origem, a letra e a melodia. É uma forma de imortalizar este tipo de repertório”, explicou André Marcos.

A realização do concerto na igreja da Senhora-a-Branca, também teve como finalidade uma maior proximidade entre o”património material e o imaterial. O imaterial são as cantigas que apresentamos, o material é o local onde nós estamos a apresentar o concerto. Esta igreja tem uma acústica fantástica”, concluiu o director artístico do GFUM.

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