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Grupo 53 - Real: Contacto com a natureza  é “cada vez mais importante”

Braga

2020-11-22 às 08h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

A celebrar 44 anos, o Grupo n.º 53 - Real da Associação dos Escoteiros de Portugal conta actualmente com 27 elementos. Primeira fase do confinamento foi “bastante complicada”.


Com sede na Rua Nossa Senhora das Graças, no Monte do Barral, o Grupo n.º 53 - Real da Associação dos Escoteiros de Por- tugal manteve sempre o contacto desde o início da pandemia. A primeira fase de confinamento, de acordo com a chefe de grupo, Teresa Brito, foi “bastante complicada”, até porque o contacto com a natureza “é cada vez mais importante”.
A celebrar os 44 anos, o grupo regressou às reuniões na sede e actividades em Setembro, mas o fim-de-semana passado e este fim-de-semana acabou por voltar a suspender tudo devido às restrições impostas pelo Governo. “Com as restrições não foi possível manter as nossas reuniões, que se realizam ao sábado à tarde. Esperamos voltar em breve”, confidenciou a chefe de grupo.
Apesar do confinamento no passado sábado o grupo esteve reunido online. “Estivemos todos online a rir, a contar as históricas da semana e falar sobre os escoteiras”, contou Teresa Brito, admitindo que “esta segunda adaptação foi bem melhor do que a primeira”.
Na primeira fase de confinamento, o grupo continuou a manter o contacto online. “O objectivo também era que os miúdos não perdessem o gosto pelo escotismo e continuar a ganhar vontade de levar isto para a frente”, confessou a chefe do grupo, admitindo que “os miúdos acabaram por aderir muito bem às soluções encontradas”.
No período de confinamento, o grupo manteve as reuniões periódicas ao sábado à tarde e, às vezes, aos sábados à noite o grupo todo também se reunia online, numa sessão aberta para todo o grupo. Neste período, contou a dirigente, também se realizaram debates com os pais, tendo sido uma experiência “muito bem conseguida”.
A sede, cedida pela junta de freguesia, enquadra-se numa zona “muito boa, onde não falta espaço para fazer actividades no exterior”. Como a sede também teve obras recentemente “foi fácil ajustar o espaço às novas regras de segurança”.
Para Teresa Brito, “o escotismo faz cada vez mais falta”. A dirigente justificou: “para qualquer lado que a gente vá só vê as pessoas agarradas ao telemóvel e muito poucas a fazer actividade ao ar livre. Cada vez mais o nosso papel vai nesse sentido, trabalhar com os mais novos para viverem na natureza e para virem para a rua brincar como se fazia antigamente”.

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