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Braga

2019-02-08 às 12h00

Teresa M. Costa

Sexta edição do Festival de Guitarra de Braga traz à cidade grandes nomes e um programa diversificado evidenciando um evento consolidado.

Está tudo afinado para a VI edição do Festival de Guitarra de Braga que, entre 16 de Fevereiro e 10 de Março, traz à cidade grandes nomes da guitarra com vários concertos, mas também conferências, masterclasses e workshops.
O programador do Festival de Guitarra de Braga, Vítor Gandarela, antecipa “um excelente festival pelos nomes, pela diversidade, pela consistência e pelo conjunto de actividades paralelas”.
Na apresentação da sexta edição, feita ontem no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Vítor Gandarela destacou a “fase madura” do Festival de Guitarra que se construiu tentando perceber o meio e o que o público pretende.
Seis anos depois, a vereadora da Cultura do Município de Braga, Lídia Brás Dias, partilha da certeza de “um festival consolidado no tempo” que já faz parte da história do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, mas já se consegue projectar para outros espaços da cidade.
Lídia Dias anuncia “um cartaz de excelência” que vai percorrer as “salas mais ou menos convencionais da cidade” passando pela Capela da Imaculada e este ano, também, pela Capela de Guadalupe, e ainda pelo Museu dos Biscainhos e pelo Museu D. Diogo de Sousa.
“Estamos certos que o festival será bem acolhido, não só pelos bracarenses, mas também por quem visita a cidade” afirma a vereadora da Cultura que assume que “é importante para o Município ter esta oferta cultural nestes meses”.
A par da “enorme qualidade “dos concertos e das actividades paralelas, Lídia Dias destaca a sua gratuitidade. “Basta vontade para aparecer” apela.
“A preocupação é trazer um programa com músicos de qualidade que vão ao encontro do público que o festival já tem e cativar outro” realça a responsável pelo pelouro da Cultura que destaca, ainda, a componente pedagógica da iniciativa.
Neste contexto, Lídia Dias enaltece a realização de uma acção de formação creditada para os professores que constitui uma mais-valia da edição deste ano do festival.
Dois dias depois da abertura das inscrições, já há 38 professores inscritos, revelou o programador.
Da sexta edição do festival, Vítor Gandarela evidencia os oito concertos que arrancam ao som da guitarra barroca e teorba, a 16 de Fevereiro, pela mão de Xavier Díaz-Latorre.
“Há três anos que tento trazer este guitarrista” afirmou o programador do festival, apontando ainda nomes como Pedro Caldeira Cabral, ‘Bruskers Duo’ e Pavel Steidel com encerrar com o quarteto alemão ‘Barrios’.
Anfitriã do festival, a directora do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Ana Maria Caldeira, congratula-se por poder possibilitar aos seus alunos “ouvir e aprender com guitarristas de referência”, destacando a vertente pedagógica com as masterclasses e os workshops, bem como a actividade ‘A guitarra sai à rua”.
“É também uma das formas do Conservatório abrir as portas ao público em geral” refere.

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