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Golo de Lino dá estreia vitoriosa e homenageia da melhor forma Dito
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Golo de Lino dá estreia vitoriosa e homenageia da melhor forma Dito

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Golo de Lino dá estreia vitoriosa e homenageia da melhor forma Dito

Desporto

2020-09-27 às 20h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

Gil Vicente entrou a vencer na I Liga, frente ao Portimonense, em jogo da segunda jornada da competição, depois de o jogo com o Sporting ter sido adiado pelos casos de Covid-19. Samuel Lino foi decisivo, em dia de homenagem a Dito, falecido dia 3.

Um golo de Samuel Lino deu a estreia vitoriosa ao Gil Vicente na I Liga, frente ao Portimonense, e homenageou da melhor forma Dito, director-geral do clube de Barcelos, falecido no passado dia 3. Vestidos de negro e com o nome de Dito em cada camisola - em memória do antigo internacional português - os gilistas entraram com o pé direito no campeonato, depois de o duelo da primeira ronda, com o Sporting, ter sido adiado face aos casos de Covid-19 detectados nos dois clubes.

Após duas semanas com os jogadores a treinarem em casa, face à quarentena decretada pelas autoridades de saúde, o Gil Vicente iniciou oficialmente a época 2020/21 com cinco reforços no onze: os laterais Joel Pereira e Talocha, o médio Lucas Mineiro e os avançados Miullen e Antoine Léautey.
Foi, aliás, o extremo francês, de 24 anos, a dispor da primeira boa ocasião de perigo, aos nove minutos, num remate de primeira após trabalho de Samuel Lino na direita, defendido a dois tempos pelo guardião algarvio, Samuel. Os gilistas entraram em campo fortes, superiorizaram-se ao adversário e voltaram a ameaçar o golo ao minuto 11, num disparo rasteiro de Samuel Lino, ainda de fora da área, ao lado.

O Portimonense, que apareceu em Barcelos com Júlio César como novidade na ala esquerda do ataque, raramente se aproximou da área gilista até ao intervalo, acusando falta de ligação entre sectores, mas beneficiou de um penálti, quando Fabrício aproveitou perda de bola de Ygor Nogueira, entrou na área e foi derrubado por Claude Gonçalves, aos 33 minutos. Na conversão, o defesa Lucas Possignolo atirou para o lado direito de Denis, mas o guardião brasileiro adivinhou a trajectória e impediu o golo inaugural da partida.

Na segunda parte, a equipa de Portimão regressou com três novidades - o lateral Koki Anzai e os extremos Aylton Boa Morte e Anderson Oliveira -, mas nem assim os visitantes anularam a superioridade da equipa gilista. Bem mais esclarecido em termos de organização, o Gil Vicente chegou ao golo aos 50 minutos, quando Antoine Léautey isolou Samuel Lino, que atirou rasteiro e cruzado para o fundo das redes.
Em vantagem, os galos recuaram no terreno e deram espaço ao Portimonense para ter mais iniciativa atacante, mas os algarvios não conseguiram ameaçar, à excepção das tentativas de Aylton Boa Morte e do remate de Fabrício a rasar o poste.

Rui Almeida: “Houve superação mental”

“Depois de todos estes acontecimentos das últimas três semanas [com 18 casos de Covid-19 no clube], houve superação mental face a tudo o que se tinha passado, superação física, depois dos jogadores terem sido obrigados a trabalho individual, que não é igual. Os meus parabéns a eles, por se mostrarem assim, num jogo que seria difícil. Era importante entrar bem. Antes do penálti, tivemos duas ou três ocasiões claras para golo. Foi muito importante para a confiança da equipa o Dénis ter defendido o penálti. Reagimos bem a esse momento e pegámos no jogo novamente. A equipa está em crescimento e houve jovens que acabaram de chegar. Queremos passar as ideias à equipa o mais rapidamente possível”.

Paulo Sérgio: “O que me preocupa são erros infantis”

“Não fomos a equipa que queremos ser ao longo dos 90 minutos. Melhorámos bastante na segunda parte, mas não tivemos eficácia. Na primeira parte, perdemos uma grande penalidade que nos poderia dar outro conforto no jogo. Não entrámos nada bem. Entrou melhor o Gil. Mas, antes do penálti, tivemos um bom período. O que mais me preocupa são alguns erros infantis ao longo dos 90 minutos. Um dá o golo do Gil. Noutros dois ou três, o Gil não aproveitou. Depois, tivemos quatro ou cinco bolas para golo, mas não aproveitámos. Viu-se alguma apatia em alguns jogadores. Mas há um sabor a injustiça por não levarmos pelo menos um ponto. No primeiro jogo, referi alguns erros de índole colectiva. Neste, cometemos erros individuais”.

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