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Ensino

2018-11-17 às 09h14

Miguel Viana

Secretário de Estado da Economia, João Correia Neves, defendeu na Universidade do Minho mais investimento na investigação, de forma a identificar as necessidades e os mercados mais favoráveis para as empresas nacionais.

“Estamos a atingir um nível de investimentos idênticos ao que tinhamos antes da crise económica.” A declaração é do secretário de Estado da Economia, João Correia Neves, que ontem participou na cerimónia do Prémio Competitividade e Internacionalização, na Universidade do Minho (UMinho).
“A internacionalização (das empresas) não é, apenas, exportação. É conhecimento dos mercados, é presença nas redes comerciais externas, é a capacida- de de investir no exterior. Isso é que suporta a nossa dinâmica de exportação”, afirmou João Correia Neves, acrescentando que “se não conhecermos as tendências do mercado teremos dificuldade em produzir produtos e serviços ajustados às necessidades dos consumidores finais ou das indústrias”. O secretário de Estado alertou para a necessidade das empresas estarem preparadas para “uma situação internacional complexa” e defendeu que “construir soluções exige conhecimento e capacidade de ler as tendências do mercado”.
O director do Gabinete de Estratégia e Estudos da Economia referiu que o prémio ‘Competitividade e Internacionalização’ visa “incentivar a investigação em diversas áreas da economia, que utilize dados reais do funcionamento das empresas e verificar o efeito das exportações no crescimento da economia portuguesa. O prémio foi atribuido a quatro artigos: ‘The Diffusion of Knowledge Via Managers Mobility (de Giordano Mion, Luca Opromolla, e Alexandro Sforza), ‘’Learning Prices and Firm Dynamics’(de Paulo Bastos, Daniel Dias e Olga Timoshenko); ‘Agglomeration and Industry Spillover Effects in the Alftermath of a Credit Schok (de José Jorge e Joana Rocha) e ‘Export Destinations and Input Prices’ (de Paulo Bastos, Joana Silva e Eric Verhoogen). Dois dos galardoados, Joana Silva e Paulo Bastos, reconheceram a importância do prémio. “É o reconhecimento de um trabalho que é importante para a política económica portuguesa. Transmite uma mensagem positiva” disse Joana Silva. Paulo Bastos salientou que o “estudo desenvolvido permitiu medir a evolução da competitividade das empresas em Portugal.”

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