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Braga, terça-feira

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Fotografia dá a conhecer peregrinação sagrada do Peru

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Braga

2016-09-27 às 06h00

Teresa M. Costa

Até 23 de Outubro, os bracarenses e todos os que circulam pelas ruas Dr. Justino Cruz e Francisco Sanches, em Braga, podem conhecer uma das celebrações religiosas mais emblemáticas da América do Sul - a peregrinação ao Senhor Qoyllurit’i no Peru. ‘Taytacha Qoyllurit’i’ - peregrinação sagrada’ é o nome da exposição fotográfica de Manuel Correia que ontem foi inaugurada e que se insere na programação de Braga Capital Ibero-Americana da Juventude.

Até 23 de Outubro, os bracarenses e todos os que circulam pelas ruas Dr. Justino Cruz e Francisco Sanches, em Braga, podem conhecer uma das celebrações religiosas mais emblemáticas da América do Sul - a peregrinação ao Senhor Qoyllurit’i no Peru.
‘Taytacha Qoyllurit’i’ - peregrinação sagrada’ é o nome da exposição fotográfica de Manuel Correia que ontem foi inaugurada e que se insere na programação de Braga Capital Ibero-Americana da Juventude.

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que inaugurou a exposição, acompanhado pela embaixadora do Peru em Portugal, Lissette Nalvarte, esta mostra corporiza um dos eixos fundamentais da Capital Ibero-Americana da Juventude que passa por divulgar Braga no espaço ibero-americano e por trazer a Braga realidades desse mesmo espaço.
A exposição fotográfica de Manuel Correia entronca ainda noutro objectivo estratégico do município: criar condições para a valorização e afirmação dos talentos de Braga e, neste capítulo, Ricardo Rio assume a admiração pelo trabalho do fotógrafo bracarense e elogia a qualidade das fotografias.

Com a Embaixada do Peru, o presidente da Câmara espera concretizar outras iniciativas, que estão em preparação para o próximo ano, assumindo: “é através desta dimensão social e cultural que concretizamos os objectivos que tínhamos à partida para esta capital”.
A embaixadora do Peru agradeceu a possibilidade de mostrar em Braga, com esta exposição, uma das tradições do seu país.

Para Manuel Correia, fotografar a peregrinação que está classificada como Património Imaterial da UNESCO foi a concretização de um projecto de alguns anos e que só foi possível graças à ajuda de uma jornalista que lhe abriu a ‘porta’ de uma das oito nações que participa nesta celebração que junta cerca de 100 mil pessoas em plena cordilheira dos Andes e que sobe aos 5500 metros de altitude.
O fotógrafo bracarense fala de “uma experiência única a nível estético e espiritual” que quer repetir para o ano para captar outra parte de uma peregrinação que dura 24 mais 24 horas seguidas. A exposição agora patente poderá transformar-se em livro.

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