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Foi preciso paciência e cabeça para furar muralha húngara
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Foi preciso paciência e cabeça para furar muralha húngara

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Foi preciso paciência e cabeça para furar muralha húngara

Desporto

2021-06-16 às 13h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

Portugal entrou a vencer no Euro 2020, frente à Hungria, por 0-3, mas teve de sofrer bastante e só desbloqueou o jogo nos últimos minutos. Raphael Guerreiro abriu caminho e Cristiano Ronaldo bisou.

Olhando ao resultado, pode parecer que foi um triunfo robusto tranquilo. Mas o que se viu foi uma equipa que soube sofrer, aguentar, soube, acima de tudo, ter paciência e inteligência para furar a cerrada muralha húngara e mostrou maturidade nos momentos decisivos. Só a seis minutos do final é que Portugal desbloqueou o jogo diante da Hungria, com golos ao cair do pano de Raphael Guerreiro e Cristiano Ronaldo.
Na Puskás Aréna completamente cheia, como há muito não se via no futebol, Portugal assumiu a posse de bola e a construção de jogo, frente a uma muralha que foi sempre fechando os espaços, não permitindo grande criatividade aos portugueses. Com a equipa das quinas a apertar, a Hungria raramente passou o meio-campo com bola e Rui Patrício foi um mero espectador.
Na outra baliza, Peter Gulácsi aplicou-se para evitar o golo: tabela entre Semedo e Bernardo, com o lateral a cruzar para Diogo Jota, que dominou e rodou sobre si próprio, mas viu o guarda-redes negar-lhe o golo. Três minutos depois, foi Ronaldo a falhar de forma incrível. Bruno Fernandes cruzou tenso, Diogo Jota falhou o desvio e o capitão atirou para a bancada, quando tinha tudo para marcar.
A estatística ao intervalo mostrava o claro domínio de Portugal - 67 por cento de posse de bola e cinco remates contra apenas um -, mas a equipa das quinas sentiu dificuldades para jogar dentro do bloco húngaro.
Na segunda parte, a coesa defesa da Hungria voltou a não facilitar a tarefa, Gulácsi foi somando várias defesas, houve bastante sofrimento à mistura - Schon ainda marcou para os húngaros, mas estava em posição irregular - até que a persistência lusa e a frescura física das alterações de Fernando Santos, sobretudo com a entrada de Rafa, desbloquearam o jogo e abriram caminho ao triunfo. Com alguma felicidade à mistura e uma série de ressaltos, Raphael Guerreiro inaugurou o marcador e, logo de seguida, Cristiano Ronaldo foi letal, ao cobrar o penálti depois de Rafa ter sido agarrado por Willi Orban na área. Já nos descontos, numa grande combinação com Rafa, Ronaldo driblou Gulácsi e bisou.

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