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Feirantes acusados de venda ilegal na Alameda do Estádio Municipal

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Feirantes acusados de venda ilegal na Alameda do Estádio Municipal

Braga

2020-06-02 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Feirantes que contestam a deslocalização provisória da feira municipal para a Alameda do Estádio, terão estado no local, no domingo, a vender ilegalmente roupa e calçado - denuncia Ricardo Rio.

O presidente da Câmara de Braga denunciou ontem que os mesmos feirantes que se recusam a ir para a Alameda do Estádio Municipal à quinta-feira e ao sábado, serão os mesmos que no último domingo montaram uma feira ilegal no local, aproveitando a realização da Feira dos Passarinhos, essa sim devidamente autorizada.
“Os mesmos operadores que acham que ir para a Alameda do Estádio Municipal, à quinta-feira e ao sábado, lhes estraga o negócio, já não acham o mesmo ao domingo e montaram um feira ilegal no local”, denunciou o autarca, exibido fotografias que lhe tinham sido enviadas e que testemunham a venda ilegal de roupa e calçado no referido local.

A denúncia da feira ilegal foi feita por Ricardo Rio depois de Artur Feio, vereador do PS, ter apelado novamente à Câmara Municipal para que repense a decisão de mudar a feira municipal para junto do Estádio Municipal.
No entender do PS, o local onde a feira decorria até agora, com algumas deslocalizações, terá condições para acolher esta venda ambulante respeitando as regras impostas pela DGS, nomeadamente no que se refere ao afastamento das bancas.
“É difícil de entender como é que a feira não pode decorrer junto ao mercado, face ao que se passa em feiras de concelhos vizinhos, como Guimarães, Famalicão, Ponte de Lima ou Ponte da Barca”, referiu
Tal como os cerca de 100 feirantes que operam na feira municipal argumentam, o PS também considera que a deslocalização da feira para junto do estádio Municipal “lhes arruinará o negócio”.

Foi nessa altura que Ricardo Rio reagiu, divulgando as imagens onde os mesmos feirantes que contestam a relocalização estavam, alegadamente, no domingo a vender “ilegalmente vestuário e calçado precisamente junto ao Estádio Municipal, onde apenas deveria decorrer a Feira dos Passarinhos, essa sim autorizada”.
Depois de ver as imagens, Artur Feio considerou “preocupante” a falta de distanciamento social que se percebia e acusou o edil de que, “sendo conhecedor da ilegalidade que estava a decorrer e de nada ter feito”, ter sido “conivente com a feira ilegal”.

Ricardo Rio reagiu afirmando que na próxima Feira dos Passarinhos a fiscalização municipal vai ser apertada. E manteve que aquele “é o único local disponível para realizar a feira municipal” e é a opção que a Câmara dá aos feirantes que quiserem continuar a trabalhar enquanto durar a pandemia.
Recorde-se que enquanto durarem as obras de reabilitação do mercado municipal, estes feirantes estão isentos de taxas.

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