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Vale do Ave

2020-04-01 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Hospital de retaguarda e a implementação de um Centro de Diagnóstico Móvel foram duas das medidas apresentadas ontem pelo presidente da Câmara Municipal de Famalicão.

Cerca de 200 camas instaladas em dois pavilhões municipais e disponibilidade de outros espaços públicos e privados para um eventual hospital de campanha e retaguarda e a implementação, nos próximos dias, de um Centro Diagnóstico Móvel foram duas de uma “bateria” de medidas apresentadas ontem pelo presidente da Câmara Municipal de Famalicão.
Paulo Cunha, que falou em directo na página pessoal do Facebook, apresentou o Plano de reacção à situação epidémica e de intervenção social e económica, destacando 30 medidas para fazer face à Covid- 19 e ao impacto social e económico que a pandemia irá provocar.
“A câmara não sendo o primeiro responsável não ignora o quanto pode fazer para que esta pandemia seja tão rapidamente possível dissipada e com os menores custos”, começou por justificar o autarca.
“Já temos disponíveis cerca de 200 camas distribuídas por dois pavilhões municipais, que funcionarão como retaguarda de apoio hospitalar ou hospital campanha. Estes espaços poderão receber idosos institucionalizados, após a realização dos testes à Covid-19”, avançou Paulo Cunha.
Entretanto, outra das novidades avançadas pelo autarca é a implementação, “nos próximos dias”, de um Centro de Diagnóstico Móvel. “Em parceria com a Administração Regional de Saúde (ARS) Norte e a UNILABS vamos criar esse centro, onde possamos fazer diagnóstico à Covid-19 para que as pessoas que precisem não tenham que se deslocar ao hospital ou centros de saúde”, sublinhou o presidente, destacando aqui “o aumento da capacidade de realizar testes”.
Ajudar os lares a criar condições “eficazes” de retaguarda que permitam separar utentes infectados de não infectados é outro dos “compromissos” do município, que quer que haja de- sinfecção dos lares, logo que seja detectado casos positivos de Covid-19. Ainda no que se refere aos lares, Paulo Cunha renovou o pedido às autoridades de saúde em relação à dispobibilidade do município para efectuar os rastreios aos utentes dos 21 lares residenciais do concelho.
Ainda nesta área, o município está a fornecer equipamentos de proteccão individual às forças de segurança, aos bombeiros e a quem trabalha nos lares e autarquias. Mas o Município de Famalicão não se fica por aqui. “Já assumimos o compromisso com as corporações de bombeiros e a delegação de Ribeirão da Cruz Vermelha Portuguesa de dar um apoio extraordinário.

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