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Exposição revela 25 anos da Gatuna

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Ensino

2019-04-14 às 12h00

Marlene Cerqueira

Na Torre do Museu Pio XII até ao fim do mês, pode ser apreciada uma mostra alusiva ao historial da Gatuna. É neste museu, que no dia 27 se vai realizar o encerramento das comemorações dos 25 anos da Tuna Feminina de Universidade do Minho.

Na Torre Medieval do Museu Pio XII foi ontem inaugurada a exposição fotográfica ‘25 Anos de Gatuna’, uma iniciativa da Tuna Feminina da Universidade do Minho no âmbito das comemorações do seu 25.º aniversário.
A mostra distribuiu-se pelos seis pisos da torre, sendo cada andar dedicado a uma temática como explicou Marina Mendes, a presidente da gatuna.
No piso 0, o visitante fica a conhecer melhor o traje e a fundação desta tuna universitária, que fez a sua estreia a 28 de Abril de 1993.
O piso 1 é inteiramente dedicado ao TROVAS - Festival de Tunas Femininas, o “grande orgulho” desta tuna, como refere a presidente. Este mantém-se como o ponto alto na vida desta tuna universitária.
No piso 2 são divulgados momentos da vida da Gatuna, concretamente das digressões efectuadas, e também estão expostas lembranças trocadas com outros grupos.
Os arquivos desta tuna são desvendados no piso 3, estando ali por exemplo gravações em VHS.
Subindo ao piso 4, podem ser apreciados os CD gravados pela tuna e também está em exibição o seu videoclipe.
“No 5 e último piso temos patentes 25 imagens a preto e branco, captadas pelos fotógrafos que nos tem acompanhado: Instante Fotografia, Luís Leite, Queirós Fotógrafo, Nuno Gonçalves e Rui Marinho. É uma homenagem da Gatuna para eles”, explicou Marina Mendes.
A presidente realçou ainda que será também no Museu Pio XII que a Gatuna fará, no dia 27 de Abril, pelas 17.30 horas, o concerto de encerramento das comemorações do 25.º aniversário.
Ontem à tarde, a inauguração da exposição contou com a participação do director do Museu Pio XII, cónego José Paulo Abreu, e também de muitas gatunas que ao longo de duas décadas e meia integraram a tuna.
Foi o caso de Ana Bela Vieira, uma das fundadoras da Gatuna que não escondia o orgulho pelo facto de a tuna se ter mantido e continuar de boa saúde. “É um orgulho muito grande estar aqui hoje. Esta exposição mostra precisamente o trabalho que foi desenvolvido ao longo destes 25 anos. É extraordinário”, disse ao Correio do Minho, recordando que o início da tuna não foi fácil, sobretudo por questões financeiras. O apoio do então reitor, Sérgio Machado dos Santos, e também do antigo Instituto da Juventude, foi fundamental para o projecto se concretizar.
Ana Bela faz questão de participar nos momentos cruciais da vida da Gatuna, como acontece com praticamente todas aquelas que integraram a tuna.
“Isto é para toda a vida. Somos uma família”, confessou a engenheira civil.

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