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Exposição “Trajar – Memórias no Tempo” apresenta história de 200 anos dos trajes típicos de Viana do Castelo
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Exposição “Trajar – Memórias no Tempo” apresenta história de 200 anos dos trajes típicos de Viana do Castelo

Alto Minho

2020-10-28 às 13h13

Redacção Redacção

Foi, assim, renovado todo o espaço expositivo permanente, apresentando uma nova imagem museológica mais informativa, graficamente mais enriquecida e legendada em bilingue, atendendo ao elevado número de turistas que visitam a cidade e o museu. A nova exposição permanente apresenta uma cronologia dos trajes típicos do concelho, desde o século XIX até ao século XXI, e inclui uma instalação artística que corresponde a um tear manual a ligar o piso 0 ao piso 1.

O Museu do Traje de Viana do Castelo apresenta uma nova imagem, tendo inaugurado a exposição permanente “Trajar – Memórias no Tempo”, que percorre a história de 200 anos dos trajes típicos do concelho, numa verdadeira viagem no tempo.
Foi, assim, renovado todo o espaço expositivo permanente, apresentando uma nova imagem museológica mais informativa, graficamente mais enriquecida e legendada em bilingue, atendendo ao elevado número de turistas que visitam a cidade e o museu. A nova exposição permanente apresenta uma cronologia dos trajes típicos do concelho, desde o século XIX até ao século XXI, e inclui uma instalação artística que corresponde a um tear manual a ligar o piso 0 ao piso 1.
Nesta nova exposição está presente a história do Museu do Traje, que ocupa o edifício correspondente ao antigo Banco de Portugal, sendo igualmente apresentado o traje à vianesa através da descrição minuciosa, em português e inglês, das diversas peças que o constituem.
O Museu do Traje está integrado na Rede Portuguesa de Museus desde 2004 e localiza-se no centro histórico da cidade, na Praça da República, estando instalado num edifício construído entre 1954 e 1958, com características arquitetónicas do “Estado Novo”, onde funcionou até 1996 a delegação nesta cidade do Banco de Portugal.
A criação de um Museu dedicado à etnografia vianense - e muito particularmente ao Traje – onde se pudesse mostrar o arrojo e a criatividade das raparigas da região foi, desde muito cedo, uma aspiração dos vianenses e por ele lutaram nomes como Cláudio Basto, Abel Viana, o Tenente-coronel Afonso do Paço, Manuel Couto Viana, Amadeu Costa, Benjamim Pereira, entre muitos outros.
Criado em 1997, o espaço assume a missão de estudar e divulgar a identidade e o património etnográfico vianense através do seu expoente máximo: o Traje à Vianesa.
O Museu iniciou em 2002 o processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus, tendo sido certificado em 2004, o que lhe confere grandes responsabilidades no estudo, conservação e divulgação dos bens culturais. Foi em 2004 que o Museu apresentou a sua primeira exposição permanente, intitulada “A Lã e o Linho no traje do Alto Minho”, comissariada por Benjamim Pereira.

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