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Braga, quarta-feira

Exibição de Douglas frente ao FC Porto “foi das mais bem conseguidas”
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Exibição de Douglas frente ao FC Porto “foi das mais bem conseguidas”

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Desporto

2018-09-13 às 06h00

Joana Russo Belo

Guardião, de 35 anos, esteve em destaque no triunfo do Vitória SC no Estádio do Dragão, exibição que diz ter sido uma das melhores com a camisola vimaranense. Douglas considera paragem competitiva benéfica e aponta o foco à Liga Europa.

A exibição de Douglas frente ao FC Porto - em jogo da 3.ª jornada da I Liga, no Estádio do Dragão, que terminou 2-3 - “foi das mais bem conseguidas a nível individual”. A opinião foi deixada pelo guarda-redes, ontem, no final do treino matinal, lembrando que o jogo ficará na memória e só tem comparação com a exibição nos quartos-de-final da Taça de Portugal, em 2012/13, diante do SC Braga.

“O importante é o grupo ganhar, o guarda-redes tem de estar sempre preparado para ajudar, não é sempre que consegue, mas, nos dois últimos jogos, pude ajudar a equipa. Essa exibição frente ao FC Porto, juntamente com uma frente ao SC Braga, na Taça de Portugal, foram as mais bem conseguidas a nível individual, sendo que o resultado foi também favorável”, sublinhou o guardião brasileiro, confessando ter sido “uma sensação muito boa” as três defesas que seguraram o triunfo nos minutos finais.
“Espero continuar ao longo da época”, acrescentou.

Em declarações aos jornalistas, Douglas abordou ainda a actualidade do Vitória e este momento de paragem competitiva: “é sempre bom quando temos tempo para trabalhar o que o treinador quer que o grupo assimile. Claro que queremos estar sempre a competir, principalmente depois de duas vitórias, mas trata-se de uma paragem benéfica e que nos vai ajudar”.
Quanto às metas, o plantel segue sempre com os olhos na Liga Europa, objectivo traçado no início da época.
“O campeonato é longo. Vamos perder jogos, mas o objectivo é perder o mínimo possível. A luta pela Europa é difícil todos os anos. E o Vitória tem de ultrapassar essa dificuldade, para, no final, alcançar o lugar europeu. É um caminho longo e temos de trabalhar muito”, frisou.
Douglas, de 35 anos, diz ainda treinar “como os meninos que têm 22 ou 25 anos” e dedicar-se todos os dias “para, quando for chamado, corresponder”.

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