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Ex-administradores dos TUB libertados sob caução

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Ex-administradores dos TUB libertados sob caução

Casos do Dia

2016-02-08 às 06h00

Redacção Redacção

O ex-vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Vítor Sousa, detido desde quinta-feira no âmbito do processo Transportes Urbanos de Braga (TUB), foi ontem libertado, mediante o pagamento de uma caução de 100 mil euros. As medidas de coacção foram comunicadas, ao início da noite de ontem, e ditaram a libertação dos cinco arguidos detidos na última quinta-feira pela Polícia Judiciária, no âmbito de um inquérito por alegada corrupção relacionada com a compra de autocarros para os TUB.

O ex-vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Vítor Sousa, detido desde quinta-feira no âmbito do processo Transportes Urbanos de Braga (TUB), foi ontem libertado, mediante o pagamento de uma caução de 100 mil euros.
As medidas de coacção foram comunicadas, ao início da noite de ontem, e ditaram a libertação dos cinco arguidos detidos na última quinta-feira pela Polícia Judiciária, no âmbito de um inquérito por alegada corrupção relacionada com a compra de autocarros para os TUB.

Mesmo assim, segundo a juíza de instrução criminal no Tribunal de Braga, Vítor Sousa está 'fortemente indiciado' de corrupção passiva para acto ilícito e de administração danosa.
O antigo autarca e ex-administrador dos TUB fica ainda proibido de se ausentar do país, tendo de entregar o seu passaporte, e está obrigado a apresentações quinzenais junto da autoridade policial.

O pagamento de caução, no valor de 27 mil euros, foi também imposto à antiga vogal do Conselho de Administração dos TUB, Cândida Serapicos, outra das detidas no âmbito do mesmo inquérito.
Também a ex-administradora tem que entregar o seu passaporte e apresentar-se, quinzenalmente, junto da autoridade policial da sua área de residência.

Além de Vítor de Sousa e Cândida Serapicos, a PJ deteve também Luís Vale, director dos TUB, além de dois 'altos quadros' da empresa alemã MAN.
Luís Vale também tem que pagar uma caução de 23 mil euros e suspender as suas funções na empresa municipal de transportes.

Todos os arguidos estão proibidos de contactar entre eles e com as testemunhas do processo.
De acordo com o comunicado da PJ, emitido aquando das detenções, os administradores dos TUB terão recebido 'várias centenas de milhares de euros' como 'contrapartidas' por alegadamente beneficiarem a MAN na aquisição de autocarros.

Ainda de acordo com a PJ, aqueles responsáveis dos TUB 'presumivelmente viciaram, durante cerca de meia dúzia de anos, os procedimentos concursais para aquisição de viaturas pesadas de transporte de passageiros'.
A ideia era 'beneficiar' a MAN, empresa que também foi constituída arguida neste processo.

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