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Ensino

2017-12-19 às 06h00

Isabel Vilhena

Concluído o processo de regulamentação do emprego científico, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, disse ontem aos investigadores da Universidade do Minho que a “responsabilidade é agora das instituições de ensino superior que podem abrir duas fases de concursos até 31 de Agosto de 2018”. Manuel Heitor frisou que “concluída a questão orçamental e regulamentar, agora é preciso pôr a trabalhar. Esta é a primeira reunião com investigadores para, efectivamente, garantir um quadro de normalidade porque, a partir de agora, a responsabilidade é das próprias instituições abrirem os concursos”.

Concluído o processo de regulamentação do emprego científico, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, disse ontem aos investigadores da Universidade do Minho que a “responsabilidade é agora das instituições de ensino superior que podem abrir duas fases de concursos até 31 de Agosto de 2018”.

Manuel Heitor frisou que “concluída a questão orçamental e regulamentar, agora é preciso pôr a trabalhar. Esta é a primeira reunião com investigadores para, efectivamente, garantir um quadro de normalidade porque, a partir de agora, a responsabilidade é das próprias instituições abrirem os concursos”. O governante anunciou que ainda esta semana, “a FCT abrirá o concurso para as candidaturas individuais para o concurso 2017. Esperemos que 2018 seja um ano que fique, efectivamente, marcado pelo estímulo ao emprego científico em Portugal”, estabelecendo como meta “a contratação de cinco mil investigadores até ao final da legislatura, na diversidade dos vários instrumentos que estão a abrir”.

O ministro lembrou ainda que “está em curso a avaliação das unidades de investigação. Abrimos a possibilidade à reorganização do sistema, incluindo o novo processo de financiamento programático das unidades para facilitar o emprego científico. É nesta diversidade de instrumentos, mas também de reorganização do sistema científico que esta sessão se enquadra para estimular e garantir que 2018 seja um ano verdadeiramente importante para o reforço da capacidade científica em Portugal”.

Este governo assumiu que a aposta na ciência era um dos pilares do desenvolvimento económico, social, cultural e politico. Este processo começou a concretizar com o Decreto-Lei n.º 57/2016, o qual explicita “A aposta no conhecimento constitui um desígnio central do programa do XXI Governo Constitucional e do Programa Nacional de Reformas, reflectindo a relevância que o emprego científico assume na sociedade portuguesa”.

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