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Desporto

2022-09-28 às 12h12

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Fernando Santos esclareceu que a saída de Diogo Jota partiu de um pedido do próprio jogador, já que a intenção era continuar a fazer a equipa subir. Derrota “tem de servir de lição”, alerta.

Citação

Desiludido com a derrota e sem grandes explicações para o que acabara de acontecer, Fernando Santos deixou, no entanto, elogios à entrada de Portugal na partida.
“Na primeira parte, a equipa esteve bem organizada, a sair bem, apesar de a Espanha ter mais bola. Ao intervalo falei com os jogadores para termos maior agressividade na pressão, para recuperar rápido, e criámos mais oportunidades e a Espanha nenhuma”, notou, prosseguindo a análise.
“A equipa surgiu mais subida, a pressionar mais nos primeiros 15 minutos da segunda parte. Criámos duas ou três situações de golo. A partir dos 15 minutos, deixámos de ter bola, a equipa baixou linhas e a deixar-se pressionar. Tivemos mais dificuldades”, reconheceu o seleccionador nacional, abordando a questão das alterações, nomeadamente a de Diogo Jota, que estava a ser uma das melhores unidades lusas no jogo.
“Procurei alterar o jogo, mas depois o [Diogo] Jota pediu para sair, estava muito cansado. A substituição que ia fazer não era o Jota, mas uma diferente, para a equipa poder continuar a subir. Depois, entrou o Vitinha para termos posse, tal como com a entrada anterior do João Mário. A verdade é que não conseguimos. Mesmo assim, tivemos duas oportunidades grandes, mas não marcámos”, frisou Fernando Santos, explicando que o cansaço foi tomando conta de alguns jogadores, pelo que era necessário “dar outra força ao meio-campo e mais velocidade na frente”. No entanto, o golo apareceu na baliza de Portugal e o objectivo foi por água abaixo.
“Esta derrota] tem de servir de lição. Temos de manter o nosso padrão de jogo, independentemente do adversário. E fizemos isso durante muito tempo. Tivemos alguns momentos bons na primeira parte, a circular bem a bola, a atacar bem. Criámos várias oportunidades de golo. A equipa estava mais subida e depois viemo-nos abaixo. Perdemos a capacidade de ter bola, os jogadores não conseguiam ligar o jogo e obrigar a Espanha a vir para trás. Depois começou a empurrar, a empurrar... e marcou na única oportunidade que teve”, analisou, concluindo com um desabafo.
“Mesmo depois disso [golo] tivemos uma grande oportunidade para empatar… Queríamos estar na fase final, trabalhámos para isso e este resultado para nós é… Enfim, nem sei o que dizer”, completou Fernando Santos.

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