Correio do Minho

Braga, terça-feira

Esposende combate lagarta do pinheiro com nova técnica
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Esposende combate lagarta do pinheiro com nova técnica

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Cávado

2017-02-17 às 19h15

Redacção

Anualmente verificam-se ocorrências relacionadas com a lagarta do pinheiro, que é uma praga florestal desfolhadora, que pode parasitar diferentes espécies de pinheiros e cedros. A processionária ou lagarta do pinheiro, da espécie Thaumetopeoa pityocampa apresenta quatro fases, nomeadamente, ovo, lagarta, pupa e inseto adulto. No entanto, apenas a fase de lagarta poderá ter implicações para a saúde humana, especialmente os três últimos estados, no inverno, pois as lagartas possuem pelos urticantes.

Anualmente verificam-se ocorrências relacionadas com a lagarta do pinheiro, que é uma praga florestal desfolhadora, que pode parasitar diferentes espécies de pinheiros e cedros. A processionária ou lagarta do pinheiro, da espécie Thaumetopeoa pityocampa apresenta quatro fases, nomeadamente, ovo, lagarta, pupa e inseto adulto. No entanto, apenas a fase de lagarta poderá ter implicações para a saúde humana, especialmente os três últimos estados, no inverno, pois as lagartas possuem pelos urticantes.

Como sintomas, em pessoas e animais, poderão verificar-se alterações do aparelho respiratório ou alergias, a partir do final de outubro e durante a primavera. Poderão ocorrer irritações na pele e olhos, sendo indicada a consulta em posto médico. Aconselha-se que nunca se toque nas lagartas e ninhos de processionária, sem luvas e vestuário de proteção (luvas, máscara e óculos).
Em meio urbano, especialmente zonas de utilização coletiva, têm vindo a ser implementadas várias medidas, ao longo dos últimos anos. Desde logo, têm vindo a ser cortadas as espécies hospedeiras em recreios de escolas e jardins-de-infância. Quando esta opção não é possível procede-se à colocação de cintas armadilha no tronco, como medida preventiva e por vezes é efetuada a remoção/eliminação dos ninhos. Quando não é possível efetuar remoção mecânica dos ninhos e estes se situam em alturas que possam comprometer a segurança dos operadores de destruição, tem sido utilizado o material de destruição de ninhos de vespa velutina. Potencia-se assim um equipamento já existente, a operação é muito mais rápida, bastante menos onerosa e mais segura para o operador. De referir que o procedimento não se aplica a terrenos florestais, ou terrenos particulares.

O município mantém-se vigilante a esta e outras espécies, atuando sempre preventivamente para a segurança de todos.

*** Nota da C.M. de Esposende ***

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